MOSSORÓ

Professor David Leite surge como terceira opção entre alunos e professores para reitor da UERN

10 Jan
02:58 2017
A+   a-
Da redação
Faltando 13 dias para o início das inscrições das chapas que vão concorrer à reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), surgiu nos bastidores um nome forte como terceira opção, o professor/pós-doutor David Leite.

Os outros nomes já postos são Fátima Raquel Rosado Morais, que atua no Planejamento, Orçamento e Finanças. Ela conta com apoio do atual reitor Pedro Fernandes para o cargo.

Na oposição ao sistema de gestão implantado pelo atual reitor Pedro Fernandes, surgiu no primeiro momento o nome da professora Telma Gurgel. Uma vez lançados os nomes dos pré-candidatos, debatidos nos corredores, salas e antessalas, surgiu o nome de David Leite.

E o nome da David Leite chegou aos alpendres de Tibau e ganhou mais força. Ele não compactua com o atual modelo de gestão e nem segue o pensamento radical de esquerda. Para professores e aluno, David Leite aparece mais como moderador.

Telma Gurgel conta com a forma de mobilização. Fátima Raquel demonstrar ter acesso ao poder. Ao lado do reitor Pedro Fernandes, prestigiou solenidades de posse do novo presidente do Tribunal de Justiça do Estado e tirou fotos ao lado da prefeita Rosalba Ciarlini e da vereadora Sandra Rosado.

O professor David Leite, com doutorado e pos-doutorado em Salamanca, na Espanha, surgiu entre alunos e professores com fortes chances de chegar à reta final e vencer a campanha para reitor da UERN. Os candidatos têm de 23 a 26 deste mês para confirmar suas candidaturas.

O Conselho Universitário (CONSUNI/UERN) publicará o edital do processo eleitoral no próximo dia 16 de janeiro. A campanha será realizada de 17 de fevereiro a 21 de março de 2017. Os professores, técnicos e alunos vão às urnas no dia 22 de março.

A principal novidade dessa eleição será o voto paritário, aprovado no dia 15 de dezembro pelo CONSUNI, que determina o mesmo peso do voto aos três segmentos da UERN. Anteriormente, o voto dos professores tinha peso de 70%, técnicos e estudantes tinham 15% cada.
 

MAIS NOTÍCIAS


COMENTÁRIOS