ECONOMIA

Izabel Montenegro tentou reabrir a Porcellanati atraindo bolivianos

20 Abr
12:47 2017
A+   a-
Da redação
A vereadora Isabel Montenegro, que acompanha pessoalmente a questão da Porcellanati há mais de dez anos, reconhece as carências de logísticas da região de Mossoró, mas foi enfática em afirmar que desde o início do grupo Itagrês não tinha um plano para fazer funcionar.

Veja mais
Ou abre a Porcelanattiou até janeiro de 2019 ou todo o grupo Itagres quebra


Ex-funcionários e vereadores se mostram frustrados com a Porcelanatti

“Realmente abriram a fábrica e entregaram a várias administrações desastrosas”, destaca a vereadora Isabel Montenegro, que acompanha a estruturação da Porcelanati desde o início, quando era presidente da Funger, em Mossoró, e encaminhou os primeiros servidores.

A vereadora presidente da Câmara, no entanto, reconhece que a região de Mossoró padece devido à falta de logística. Não tem suas BRs duplicadas, não tem aeroporto, não tem ferrovia interligando aos grandes centros e aos portos do PECEM e do SUAPE.

Mas lembro dos incentivos fiscais (dez anos de isenção fiscal), empréstimo junto ao BNDES na casa dos R$ 70 milhões, luz, gás natural na porta, além de um terreno que a vereadora Isabel Montenegro classificou como a cereja do bolo do Distrito Industrial de Mossoró.

“Vocês não tinha um projeto exequível para a fábrica em Mossoró. Funcionários levaram cano. Os fornecedores também”, lamenta a vereadora Isabel Montenegro, que lembra que também correu atrás até em outros países para reabrir a Porcelanatti em Mossoró.

“Eu trouxe 4 empresários da Bolívia, que já tinha produção de cerâmicas na Bolívia. Eles viajaram 8 mil quilômetros e quando chegaram aqui jogaram um balde de água fria em cima deles”, queixou-se a vereadora, lembrando que na época Renato Fernandes, que na época era secretário de Desenvolvimento Econômico, queria atrair uma fábrica de carros.

MAIS NOTÍCIAS


COMENTÁRIOS