POLÍCIA

Mossoroense de 13 anos está entre os suspeitos de matar dois presidiários em Pau dos Ferros

Foto: Divulgação/Polícia Civil
12 Set
10:36 2017
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Da redação
A Polícia Civil de Pau dos Ferros, município da região do Alto Oeste potiguar, solucionou os dois homicídios ocorridos na cidade no sábado (9) e nesta segunda-feira (11). Dois presos do regime semi-aberto foram executados a tiros. 

A polícia explica que os crimes foram gerados por briga de facções rivais. 

Os suspeitos dos dois crimes são: Samuel Alves da Silva, de 21 anos; Alex Pontes Viana, de 23 anos, Francisco Lailson Martins Lopes, de 24 anos e dois adolescentes, um de 13 anos e um de 17 anos.

Samuel, Alex e o menor de 13 anos são de Mossoró e foram a Pau dos Ferros na sexta-feira (8), com intuito de matar os rivais, segundo a polícia. 

Francisco Lailson Martins e o adolescente de 17 anos de Pau dos Ferros. 

O grupo teria se unido para matar integrantes de facções rivais. 

Nesta segunda-feira (11), Walison Vagner da Silva, o "cabeça", 22 anos, foi executado dentro de casa no bairro Manoel Deodato. Ele era preso do regime semi-aberto.

A polícia informou que o crime foi praticado pelos mossoroenses Samuel e o menor de 13 anos.


Samuel Alves da Silva (Mossoró); Lailson Martins (Pau dos Ferros); Alex Pontes Viana (Mossoró)

Eles bateram o portão e foram atendidos pela vítima. Os suspeitos armados de revóleres renderam "cabeça" e obrigaram a sentar numa cadeira que estava na sala. Em seguida, executaram a vítima com mais de 10 tiros de revólver. 

Segundo a Polícia Civil, o grupo planejou e executou com divisão de tarefas os dois presos do regime semi-aberto por acreditarem que eles faziam parte de uma facção rival. 

No sábado (9), Francisco Elanildo da Silva, preso do semi-aberto foi executado enquanto dormia em Pau dos Ferros (foto à direita).

Os três adultos ficarão presos no CDP de Pau dos Ferros à disposição da justiça e os dois adolescentes serão encaminhados para o CIAD de Mossoró.

Segundo o tenente-coronel Cavalcanti, comandante da Polícia Militar em Pau dos Ferros, "a participação da população foi fundamental para prender esse grupo e qualquer denúncia feita através do 190 será checada e o anonimato será garantido". 

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