18 DEZ 2018 | ATUALIZADO 08:37
MOSSORÓ

Universidade do Estado dobra número de cursos de mestrado e doutorado em quatro anos

Reportagem mostra os avanços dentro da universidade; professores comentam que com mestrado na UERN, permitiu a continuidade dos estudos, trabalho e crescimento da universidade
Da redação
16/09/2017 11:19
Atualizado
14/12/2018 09:28
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Nos últimos 4 anos, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) deu um salto de crescimento no número de programas de graduação e pós-graduação: cresceu 125% nos cursos de mestrado e doutorado. Saiu de dez cursos de mestrados para 20 e abriu 2 de doutorado. 

Os avanços na universidade são mostrados em reportagem da jornalista Sara Cardoso, da UERN TV.

Já são 1.245 alunos cursando mestrado e doutorado e foram entregues títulos de mestre a 712 alunos. São dados expressivos que o Reitor Pedro Fernandes destaca como imprescindível para o crescimento da universidade e também da região.

Nesta reportagem, o Pró-Reitor João Maria Soares disse que o crescimento vislumbrado hoje nos cursos de pós-graduação se deve principalmente a um programa que a universidade desenvolve há décadas, que prevê a saída do professor para cursar mestrado e doutorado em outras instituições.

"Estes mestres e doutores estão retornando e implantando os cursos aqui na UERN. Os programas de graduação da UERN já envolvem quase todas as áreas. E, em quase todos os seguimentos, se consegue mais investimentos para a própria universidade", disse ele.

Reportagem completa:



Entre as áreas beneficiadas, está Medicina. Na área, destaca-se um estudo realizado por alunos do curso sobre a doença de Chagas, que, ao apresentar os dados de pessoas infectadas com a doença na região de Felipe Guerra, fez com que o município substituísse todas as casas de taipas.

A doença de chagas atinge fortemente também a região de Apodi, Caraúbas e Severiano Melo, carecendo, estas regiões, também investir na substituição das casas de taipa e também no tratamento das pessoas infectadas, bem como para diagnosticar os portadores da doença e iniciar o tratamento em tempo de salva-lo.

A Faculdade de Medicina de Mossoró é referência no estudo desta doença.

 

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