17 DEZ 2018 | ATUALIZADO 15:37
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​Greve dos professores da UERN completa 2 meses; Técnicos param a partir de hoje

Docentes estão em greve desde 10 de novembro de 2017, em protesto pelo pagamento dos salários. Nesta quarta, 10, os Técnicos-Administrativos aprovaram greve por tempo indeterminado.
Da redação
10/01/2018 14:18
Atualizado
13/12/2018 17:18
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​Greve dos professores da UERN completa 2 meses; Técnicos param a partir de hoje
SINTAUERN | Divulgação
No dia em que a greve dos professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) completa exatamente dois meses, surge mais um capítulo da novela: os Técnicos-Administrativos da instituição deflagraram nesta quarta-feira, 10, a paralisação total das atividades. 

Em nota, o Sindicato dos Técnicos Administrativos da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (SINTAUERN) informou que os profissionais só retornarão ao trabalho com a regularização dos salários.

Os servidores estaduais estão com dois meses de salários atrasados.

"Foi encaminhado ofício à administração superior da Universidade, oficializando a decisão e pedindo a intermediação de uma audiência com o Governador do Estado", informou a diretoria do Sindicato.

A greve dos técnicos foi aprovada em assembleia realizada na manhã de hoje no auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FAFIC), no Campus Central. O movimento foi aprovado por ampla maioria.

NOTA DO SINTAUERN

Em assembleia realizada nesta manhã (10/01), no auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – FAFIC, os servidores técnicos administrativos da UERN aprovaram a paralização das atividades, por ampla maioria.
Foi deliberado que os mesmos, só retornariam as atividades quando o pagamento salarial for normalizado, conforme determina a Constituição Estadual.
Foi encaminhado ofício à administração superior da Universidade, oficializando a decisão e pedindo a intermediação de uma audiência com o Governador do Estado.

A Diretoria

Greve dos Docentes UERN
A greve dos professores foi deflagrada no dia 10 de novembro de 2017. Três dias depois, a categoria ocupou a sede da Governadoria do Rio Grande do Norte, em Natal. O local foi ocupado por cerca de duas semanas. Movimento contou com a presença dos servidores estaduais.

A Secretaria de Planejamento e Finanças também foi ocupada. Em seguida, professores ocuparam à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), com o intuito de, com a ajuda dos deputados, marcar reunião com Robinson. O encontro, de fato, aconteceu. No entanto, não houve acordo.

Notas

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