11 DEZ 2018 | ATUALIZADO 19:36
MOSSORÓ

Izabel Montenegro alerta que ainda há casas desocupadas no residencial Maria Odete

"Há várias unidades no residencial Maria Odete que não foram ocupadas ainda. A gente sabe que esse programa muitas vezes é desvirtuado e muitas pessoas infelizmente recebem as casas e repassam para outras pessoas", afirmou.
Da redação
08/05/2018 11:40
Atualizado
10/12/2018 22:36
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Izabel Montenegro alerta que ainda há casas desocupadas no residencial Maria Odete
Comunicação | Câmara de Mossoró
A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereadora Izabel Montenegro (MDB), anunciou três audiências públicas a serem realizadas este ano, para discutir entraves do programa Minha Casa Minha Vida em Mossoró; a doação de terrenos públicos municipais e a situação do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ/Mossoró).

Sobre o Minha Casa Minha Vida, Izabel Montenegro se mostrou preocupada com o repasse das residências oriundas do programa. “Em Mossoró, há várias unidades no residencial Maria Odete que não foram ocupadas ainda. A gente sabe que esse programa muitas vezes é desvirtuado e muitas pessoas infelizmente recebem as casas e repassam para outras pessoas. Pessoas que realmente necessitam das residências não são contempladas”, relatou.

Já a audiência pública sobre a doação dos terrenos da Prefeitura de Mossoró para o setor industrial, Izabel Montenegro justificou a preocupação com o destino desses locais após a falência das empresas.

“No Distrito Industrial, infelizmente algumas empresas fecharam as portas. Pela lei do município, se estas empresas que fecharam receberam terrenos doados pela Prefeitura, esses locais precisam ser devolvidos para o município”, explicou.

Previ/Mossoró

A terceira audiência proposta por Izabel Montenegro foi para fiscalizar a situação da Previ/Mossoró, que é responsável por administrar a contribuição de aposentadoria dos servidores municipais de Mossoró.

“Estava havendo operação da Polícia Federal, inclusive duas, sobre as Previdências próprias. Precisamos saber o que está acontecendo. É o futuro do servidor municipal que está em jogo e não podemos ficar parados”, finalizou.


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