POLÍCIA

Já condenado a 65 anos de prisão, Alan Capoeira volta ao banco dos réus para responder por mais um homicídio

Foto: Divulgação PMRN
08 Mai
18:34 2018
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Da redação
Condenado a 65 anos de prisão por homicídios e porte ilegal de armas, servente de pedreiro Alan Carlos Soares Xavier, o Alan Negão ou Alan Capoeira, de 36 anos, será novamente levado ao banco dos réus nesta quarta-feira, 9, para responder mais uma vez por crime contra a vida.
 
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Desta vez a vítima é Celso Bezerra da Silva, que foi assassinado no dia 24 de fevereiro de 2011, às 7 horas da manhã dentro de sua residência no bairro Redenção.  Além de matar, Alan Capoeira roubou a arma e certa quantia em dinheiro que estava com a vítima.
 
Alan Capoeira, que está preso no Presídio Regional do Seridó, esteve em Mossoró semana passada para ser julgado pela sociedade pelo assassinato de Alan Robson, seu vizinho, por este ter supostamente batido em sua cachorra e ter atirado no galo do primo.
 
Com relação ao assassinato de Celso Bezerra, no bairro Redenção, consta no processo que Alan Capoeira e outra pessoa não identificada foi até a casa da vítima no início da manhã e lá pediu para entrar e quando avistou Celson Bezerra o matou a tiros.
 
Celso Bezerra foi assassinado na frente da esposa, Maria Cândida da Silva. Ao ser ouvido na Polícia e na Justiça, Maria Cândida disse não ter dúvida nenhuma de que quem matou seu marido foi Alan Capoeira. O seu depoimento é rico em detalhes em descrição do réu.
 
O processo inicialmente correu na Terceira Varia Criminal. A Justiça tratou o caso como assalto seguido de morte. Mas, porém, durante a instrução processual, conclui-se que na verdade Alan Capoeira foi na casa de Celso Bezerra decidido em mata-lo e não rouba-lo.
 
Neste caso, o processo desceu para a Primeira Vara Criminal, tendo o juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros colocado em pauta para julgamento neste dia 9 de maio de 2018. O júri deve começar por volta das 9 horas, no Fórum Municipal Silveira Martins.
 
O promotor Italo Moreira Martins vai atuar representando o Ministério Público Estadual. Na defesa, possivelmente vai atuar o defensor público Diego Melo da Fonseca, o mesmo que trabalhou no julgamento de semana passada que o mesmo réu pegou 16 anos de prisão.
 
Além destes crimes que já foram julgados e Alan Capoeira pegou 65 anos de prisão, existem vários outros. 

O MOSSORÓ HOJE teve acesso à ficha criminal do réu.


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