13 DEZ 2018 | ATUALIZADO 16:48
MOSSORÓ

Vereadores questionam gastos com limpeza urbana em Mossoró

Assunto foi levantado na tribuna pelo vereador Raério Araújo. Parlamentares também falaram da qualidade duvidosa do asfalto usado para tapar os buracos das ruas da cidade.
Da redação
09/05/2018 12:41
Atualizado
13/12/2018 18:30
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Vereadores questionam gastos com limpeza urbana em Mossoró
Comunicação | Câmara Municipal
Em discurso na Câmara Municipal de Mossoró, na sessão desta quarta-feira, 9, o vereador Raério Araújo (PRB) chamou atenção para o que considera alto gasto com limpeza urbana em Mossoró, mas, segundo ele, sem o retorno compatível ao investimento. O Tribunal de Contas do Estado determinou nesta terça-feira, 8, que seja realizada uma inspeção na limpeza urbana do Municípío. TCE questiona os altos valores gastos nos contratos.

“Foi feito um contrato emergencial de 180 dias, nos quais se gastou R$ 81 mil por dia, mas temos problema de lixo em várias partes da cidade. No bairro Santo Antônio, por exemplo, há relatos de que existem 8 caçambas lá, mas o lixo continua”, diz.

Em aparte ao pronunciamento de Raério, a vereadora Isolda Dantas (PT) disse haver reclamação generalizada em Mossoró quanto à limpeza pública, e que é preciso passar a limpo essa questão. “Não se pode deixar passar em branco isso”, alertou.

Saúde e infraestrutura

No mesmo discurso, o vereador Raério questionou a eficiência de material usado na recuperação de ruas em Mossoró, segundo ele, de qualidade duvidosa, e anunciou projeto de sua autoria, que prevê garantia mínima de cinco anos para esse tipo de serviço.

O parlamentar também apresentou problemas na saúde pública municipal, cujo posicionamento gerou outro debate no plenário, com a participação dos vereadores Alex do Frango (PMB) e Rondinelli Carlos (PMN), que lamentou carência de médicos e defendeu reforço de fiscalização dos equipamentos de saúde.

Em contraponto, o vereador Professor Francisco Carlos (PP) refutou informação, posta no debate, de que foi retirado dinheiro da saúde para outros setores da administração. “Ao contrário, foi investido R$ 26 milhões a mais em 2017 em relação ao ano anterior. Há necessidade de mais investimentos, mas precisamos ser justos quanto ao que vem sendo feito”, argumentou.

Também participaram do debate, acrescentando outros elementos, os vereadores Tony Cabelos (PSD), Ozaniel Mesquita (PR), Zé Peixeiro (PTC), Petras (DEM) e Genilson Alves (PMN).


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