11 DEZ 2018 | ATUALIZADO 19:36
POLÍCIA

Adolescente é apontado como principal suspeito do latrocínio do engenheiro civil Fabrício Costa

Adolescente foi apreendido portando um revólver calibre 38 nesta quarta-feira, 9, no Belo Horizonte. Negou o crime e foi liberado. Polícia apura se arma foi usada no crime contra o jovem.
Da redação
10/05/2018 07:36
Atualizado
10/12/2018 22:33
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Adolescente é apontado como principal suspeito do latrocínio do engenheiro civil Fabrício Costa
Policiais da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (DEFUR) com apoio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), apreenderam nesta quarta-feira, 9, um adolescente suspeito de participar do latrocínio (roubo seguido de morte) do jovem engenheiro civil Fabrício de Mendonça Costa, de 22 anos, ocorrido em abril deste ano, em Mossoró.

A informação foi confirmada ao MOSSORÓ HOJE pelo delegado Luiz Fernando, titular da DEFUR Mossoró. O menor foi apreendido no bairro Belo Horizonte, portando um um revólver calibre 38, que possivelmente foi usado no crime contra Fabrício. Ainda segundo a polícia, o menor teria agido junto a outra pessoa, que está sendo investigada.

O menor negou ter participado da morte de Fabrício. Após depoimento na Delegacia Especializada em Apoio ao Adolescente (DEA), o menor foi autuado por ato infracional análogo a porte ilegal de arma e foi liberado em seguida.

A arma encontrada com o adolescente foi encaminhada ao Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) para comparação balística com os projetéis que atingiram o engenheiro civil. O caso continua sendo investigado pela Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (DEFUR).

O caso
Fabrício Costa foi baleado na noite do dia 21 de abril próximo ao campo de Zé Peixeiro, no bairro Santo Antônio, em Mossoró. Ele teria se negado a entregar sua motocicleta aos assaltantes. Foi baleado e socorrido por populares para UPA do bairro e em seguida, transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia. Na segunda-feira seguinte, Fabrício foi a óbito.

A família autorizou a doação de órgãos de Fabrício para salvar vidas. Seis órgãos foram retirados e levados para pacientes em Recife, Natal e Fortaleza.

Fabrício era bastante querido entre familiares e amigos. Era uma pessoa de bem. Trabalhava e tinha acabado de se formar em Engenharia Civil na UNP. 

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