ECONOMIA

RN mantém baixo volume de investimentos em dois anos, segundo o Tesouro; Ceará avança

28 Ago
16:23 2018
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Da redação
O próximo governador do Rio Grande do Norte deverá enfrentar um aperto fiscal sobretudo nos aspectos de investimento. Em reportagem publicada na versão impressa desta terça-feira do jornal O Globo sobre as contas dos Estados, e com base em dados da Secretaria do Tesouro Nacional, o RN teve um baixo índice de investimentos em  2016, em torno de 6%. E não houve avanço algum no ano seguinte. Permaneceu nos 6%.
 
Apesar da situação crítica, de baixos investimentos, a situação do Estado ainda é melhor que outros, como Pernambuco (5%), Sergipe (5%), Espírito Santo (5%), Amapá (5(, Distrito Federal (4%) e Rio Grande do Sul (3)  e Rio de Janeiro (2%).
 


A situação nestes Estados apresentam oscilações positivas, como o caso de Minas Gerais (que saiu de 5% de investimentos sobre a receita corrente em 2016 para 6% no ano seguinte) , Amapá e Distrito Federal, e negativos como o emblemático caso das contas públicas quase falimentar dop Rio de Janeiro *que passaram de 6% em 2016 para 2% em 2017).
 
Segundo reportagem do jornal O Globo sobre o caso do Rio de Janeiro em especial, o próximo administrador terá baixíssima margem para investir e que ainda deverá ser menor no próximo ano.
 
Em 2017, o RN, por sua vez, apareceu com o menor volume de investimentos entre os nove Estados do Nordeste, com um montante de somente R$ 94 milhões.
 
O secretário de Tributação à época, André Horta, explicou que o fato de  não ter elevado os investimentos em relação ao ano anterior teve relação com as penalidades motivadas pelo Programa de Ajuste Fiscal (PAF) do governo federal e a crise econômica que motivou o desequilíbrio entre receita e despesa.
 
O Estado com melhor relação entre os investimentos sobre a receita é o Ceará, que subiu de 12% para 14%.  No ano passado, segundo dados do Tesouro Nacional, os volume movimento pelo governo cearense para investir foi de R$ 667 milhões. O Maranhão vem em segundo, com 12% , elevando sua capacidade de investimento que estava em 9% no ano anterior.

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