POLÍTICA

Capitão Styvenson é um dos 70 candidatos com patente militar eleitos no país

08 Out
18:10 2018
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Da redação
Na região Nordeste, os Estados de Sergipe e o Rio Grande do Norte elegeram, cada estado, um nome com patente militar para ocupar assentos no Senado. O mais votado pelos sergipanos foi o Delegado Alessandro Vieira (Rede). No caso do RN, e também da Rede, o Capitão Styvenson ficou no topo da lista para o Senado, com 745.827  votos. Os dois estados também escolheram militares para as respectivas Assembleias Legislativas, um em cada.

Pelo menos 8% dos 961 candidatos militares que disputaram as eleições deste domingo (7) conseguiram ser eleitos. Impulsionados por temas como a segurança pública e o combate à corrupção, esses candidatos acabaram se destacando em todos os estados e para todos os cargos em disputa, a começar pela Presidência da República, que será definida em segundo turno entre o capitão da reserva do Exército Jair Bolsonaro (PSL) e o professor Fernando Haddad (PT).

Regional e estadualmente, o cenário tende a confirmar nomes com patentes em registros eleitorais. Três estados vão eleger, em segundo turno, o novo governador com pelo menos um militar na disputa. No Rio de Janeiro, um resultado inesperado colocou o ex-fuzileiro naval Wilson Witzel (PSC), um novato na política, na disputa com o ex-deputado e ex-prefeito da capital Eduardo Paes, que concorre pelo DEM. Também há militares entre os nomes que concorrem ao governo de Rondônia e de Santa Catarina.

Ao todo, em um levantamento que considera apenas os que se declararam militares, é possível apontar pelo menos 79 nomes confirmados também para cadeiras no Congresso Nacional e nas assembleias legislativas. Entre estes, já estão asseguradas duas vagas no Senado e 22 na Câmara. Nos estados, o número passa de 60 parlamentares.

Ainda no Nordeste, no Piauí, Capitão Fábio Abreu (PR) é o único deputado federal com patente entre os eleitos. Entre os estaduais com esse perfil, há ainda nomes no Ceará (dois), Piauí (um), Bahia (dois), Paraíba (um), Pernambuco (dois) e Alagoas (um). Apenas o Maranhão não elegeu candidatos declarados militares.

Com informações da Agência Brasil

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