03 AGO 2020 | ATUALIZADO 18:30
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08/06/2020 09:04
Atualizado
08/06/2020 09:04

Mais de 400 mil pessoas já morreram de Covid-19 em todo o mundo

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Os dados são do levantamento realizado pela universidade americana Johns Hopkins. Em todo Ainda de acordo com o levantamento, são 6.913.608 de infectados em 188 países e territórios. No Brasil, são 36.505 mortes provocadas pela doença e 692.363 casos confirmados.
Imagem 1 -  Mais de 400 mil pessoas já morreram de Covid-19 em todo o mundo. Os dados são do levantamento realizado pela universidade americana Johns Hopkins. Em todo Ainda de acordo com o levantamento, são 6.913.608 de infectados em 188 países e territórios. No Brasil, são 36.505 mortes provocadas pela doença e 692.363 casos confirmados.
Mais de 400 mil pessoas já morreram de Covid-19 em todo o mundo. Os dados são do levantamento realizado pela universidade americana Johns Hopkins. Em todo Ainda de acordo com o levantamento, são 6.913.608 de infectados em 188 países e territórios. No Brasil, são 36.505 mortes provocadas pela doença e 692.363 casos confirmados.
FOTO: REPRODUÇÃO

Nesta segunda-feira (8) o Brasil registra um total de 36.505 mortes provocadas pela Covid-19 e 692.363 casos confirmados.

Os números foram levantados pelo G1, juntos às secretarias de saúde dos estado, visto que os números oficiais apresentados pelo Ministério da Saúde apresentam divergência e o governo ainda não apresentou explicações sobre o assunto.

Das 20 cidades com maior mortalidade no Brasil, 12 estão no Amazonas e só quatro fora da Região Norte. No ranking, aparecem cinco capitais, nesta ordem: Belém (1°), Fortaleza (5°), Recife (11°), Manaus (13°) e Rio de Janeiro (15°).


MUNDO

Até este domingo (7) mais de 400 mil pessoas já havia morrido de Covid-19 em todo o mundo, segundo balanço da universidade americana Johns Hopkins.

A marca foi atingida durante a madrugada. Ainda de acordo com o levantamento, são 6.913.608 de infectados em 188 países e territórios.

Os números de mortes em alguns países europeus, como Itália e Espanha, baixaram, mas a situação não é igual no resto do mundo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, no começo deste mês, que a América do Sul e a América Central ainda não atingiram o pico da pandemia.

O chefe de emergências da OMS, Mike Ryan, afirmou na ocasião que é difícil prever se o pior está por vir no Brasil, e ressaltou que o país está entre os que têm registrado os maiores aumentos diários de casos, ao lado de Colômbia, Chile, Peru e México, por exemplo.

A situação em alguns países da América do Sul está, claramente, longe da estabilidade, de acordo com ele. No fim de maio, ele já havia afirmado que a América do Sul se tornou o novo epicentro da pandemia de Covid-19.

"A maioria dos casos é da região de São Paulo, mas também Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas, Pernambuco estão sendo afetados", disse Ryan naquela ocasião. "Mas em termos de taxas de ataque, as mais altas estão, na verdade, no Amazonas: cerca de 490 pessoas infectadas para cada 100 mil habitantes, que é uma taxa de ataque bem alta", afirmou.

O número de mortos nos Estados Unidos, país mais afetado pela doença, se aproxima de 110 mil. O Brasil é o terceiro no planeta com mais óbitos e o segundo com mais casos confirmados.

A China continental (sem contar Hong Kong e Macau), onde a epidemia eclodiu no final de dezembro, tem um total de 83.030 pessoas infectadas, das quais 4.634 morreram, e 78.329 se curaram. Nas últimas 24 horas, houve três novos casos e zero óbito.

Até este sábado, a Europa totalizava 182.708 mortes (2.248.511 casos de contágio); Estados Unidos e Canadá, 116.894 (1.992.165); América Latina e Caribe, 62.458 (1.245.077); Ásia, 18.636 (652.812); Oriente Médio, 10.248 (458.222); África, 4.902 (177.477); e Oceania, 131 (8.632).


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