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Atualizado
13/12/2018 20:10

Frentistas se retratam e a Justiça revoga decreto de prisão preventiva

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Os frentistas haviam sendo ?orientados? a mentir ou omitir em benefício do presidente da Câmara de Apodi, João Evangelista, em depoimento ao Ministério Público Estadual.
Imagem 1 -  Frentistas se retratam e a Justiça revoga decreto de prisão preventiva

Os oito frentistas do posto Gonzaga Melo, de Apodi, se retrataram na Justiça e tiveram as prisões preventivas revogadas pela juíza Ana Clarisse Arruda Pereira.

Os frentistas haviam sendo “orientados” a mentir ou omitir em benefício do presidente da Câmara de Apodi, João Evangelista, em depoimento ao Ministério Público Estadual.

Por esta razão terminaram com prisões preventivas decretadas e foram todos presos e conduzidos a presença da Justiça para prestar depoimento.

São eles:

Franciele Fernanda Barbosa de Morais,

Francisco Tibério Lopes Medeiros;

João Paulo de Oliveira;

Paulo Henrique de Oliveira;

Mozaniel de Souza Vieira;

Laerton Clayton Jales Targino;

Alderi Rodrigues Vieira Sobrinho;

Margônia de Lima Chaves

Na frente da juíza, os frentistas admitiram que mentiram e omitiram em benefício do vereador presidente da Câmara João Evangelista. Daí ganharam liberdade.

É preciso lembrar um fator importante.

Se os humildes frentistas tivessem se negado a obedecer às “orientações“ para mentir e omitir em benefício de João Evangelista o que teria ocorrido com eles?

Em tese, foram vítimas do vereador João Evangelista tão quanto foi o Ministério Público Estadual. Os oito são pessoas humildes, estudantes, trabalhadores e gente boa.

A justiça poderia ter decretado condução coercitiva, prisão provisória de 30 dias, de 5 dias, mas preventiva foi um pouco além da conta contra pessoas de bem.

É o que penso e respeito quem pensa o contrário.

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