29 JUL 2026 | ATUALIZADO 14:59

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Tekton

ESTADO

A FICCO/RN deflagrou nesta terça-feira (28) a Operação Gravata para desarticular uma organização criminosa de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, cumprindo cinco mandados de prisão e oito de busca em Natal, Parnamirim, Macaíba e Nísia Floresta. A investigação aponta que um líder preso transmitia ordens para fora do presídio usando duas advogadas como intermediárias, as quais foram proibidas pela Justiça de frequentar presídios. Nas buscas, foram apreendidos dinheiro, drogas, celulares — um deles escondido em uma máquina de lavar — e um veículo blindado.

MOSSORÓ

No interior do Rio Grande do Norte, o avanço silencioso de comorbidades como a infecção urinária e a hipertensão tem antecipado partos e superlotado os leitos neonatais de Mossoró. A reportagem investiga o drama de mães e recém-nascidos que enfrentam meses de internação na Maternidade Almeida Castro devido à prematuridade e ao baixo peso ao nascer.

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OUTRAS NOTÍCIAS

Assim como no RN, a sentença na Justiça da Paraíba também é por tráfico de drogas. O cumprimento da sentença de 6 anos de prisão em regime semiaberto, determinado pela juíza de Mamanguape/PB, deve ocorrer logo nos próximos dias, considerando que já transitou em julgado e as autoridades foram comunicadas, inclusive o TSE no dia 7 de julho de 2026, quase 20 anos após o processo começar. No que se refere a condenação de 4 anos e 8 meses de prisão decretada no dia 9 de setembro de 2025, no Tribunal de Justiça do RN, também por tráfico de drogas, cabe recurso. Em sua defesa, o vereador diz que é "notícia requentada" e que está tranquilo.
  Depois de virar meme em 2022 por dizer que também era negro, ACM Neto, que disputará o Governo da Bahia, virou o “Neto Flex” nas mãos de João Santana. O marqueteiro vai lançar à urna apenas “Neto” – uma forma de driblar os descontentes com o carlismo histórico pela força da sigla, atrás dos votos da centro-esquerda; ao passo que o sobrenome lembra aos apoiadores do clã que ele tem o sangue azul do avô. Mais, na COLUNA ESPLANADA

Por Leandro Mazzini, com Carol Purificação e Alexandre Brás

Vavá Martinho, que se apresentava como Rato no mundo do crime, importava grandes quantidades de drogas da Bolívia para o Brasil, e entregava a Nem do Abolição, que, por sua vez, repassava no atacado para traficantes ligados a uma facção do Rio Grande do Norte. A movimentação era tão intensa, que de 2017 a 2021, quando a quadrilha foi desbaratada, movimentaram mais de R$ 190 milhões, através de empresas de "fachada" e "laranjas". Apesar do imenso conjunto probatório, Vavá pegou apenas 4 anos e 8 meses de prisão e Nem do Abolição foi sentenciado a 10 anos e 10 meses. A sentença cabe recurso.

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Por Leandro Mazzini, com Carol Purificação e Carol Purificação

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