01 AGO 2026 | ATUALIZADO 19:05

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Participaram da reunião o gerente da Infraero no Aeroporto de Mossoró, Roger Lara Teixeira, e o representante comercial da Azul Linhas Aéreas, Lucas Frade. Durante o encontro, os representantes destacaram a relevância da reativação das operações comerciais para impulsionar a economia, fortalecer o turismo, ampliar as oportunidades de negócios e contribuir para o desenvolvimento regional.

MOSSORÓ

No interior do Rio Grande do Norte, o avanço silencioso de comorbidades como a infecção urinária e a hipertensão tem antecipado partos e superlotado os leitos neonatais de Mossoró. A reportagem investiga o drama de mães e recém-nascidos que enfrentam meses de internação na Maternidade Almeida Castro devido à prematuridade e ao baixo peso ao nascer.

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A decisão é fundamentada no Artigo 15 da Constituição Federal, no Artigo 41 da Lei Orgânica do Município de Mossoró e nos Artigos 320 e 321 do Regimento Interno da Câmara Municipal. A medida decorre de uma condenação transitada em julgado a seis anos de prisão por tráfico de drogas, proferida pela Comarca de Mamanguape, no Estado da Paraíba (PB). Em sua defesa, o vereador Carlos Wagner Melo Martinho, de 49 anos — conhecido como "Vavá" ou pelo apelido "Rato" —, declarou estar tranquilo e afirmou que a notícia é "requentada". Em vídeo publicado nas suas redes sociais, o parlamentar minimizou o caso citando um antigo ditado: “Árvore que dá frutos sempre incomoda”.
  Tem recebido milhões de reais dos ministérios. Em Brasília, via Turismo, levou R$ 562.850 com “dispensa de chamamento público” para a 1ª edição do Wine Festival. Outro projeto é para o Rio de Janeiro. O MinC resolveu pagar, sem licitação ou chamamento público, R$ 6 milhões ao projeto “Cultura sobre rodas”, de “ações de formação técnica e capacitação em produção audiovisual e cinema” em 14 cidades do Estado. O INPP é tocado por Hugo Dleon Nunes Batista, que era dono da ME Alquimia Açaí e Vitaminas. Um astro, pelo visto. Não conseguimos contato por ora.

Por Leandro Mazzini, com Carol Purificação e Alexandre Brás

Vavá Martinho, que se apresentava como Rato no mundo do crime, importava grandes quantidades de drogas da Bolívia para o Brasil, e entregava a Nem do Abolição, que, por sua vez, repassava no atacado para traficantes ligados a uma facção do Rio Grande do Norte. A movimentação era tão intensa, que de 2017 a 2021, quando a quadrilha foi desbaratada, movimentaram mais de R$ 190 milhões, através de empresas de "fachada" e "laranjas". Apesar do imenso conjunto probatório, Vavá pegou apenas 4 anos e 8 meses de prisão e Nem do Abolição foi sentenciado a 10 anos e 10 meses. A sentença cabe recurso.

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