23 JUL 2019 | ATUALIZADO 11:19
POLÍCIA

Caso esclarecido: Suspeito preso em Apodi confessa ter matado Maria Carla por "desavenças familiares"

Ossada foi encontrada na tarde desta quarta-feira (17), no Sítio Góis, zona rural de Apodi; A menina Maria Carla estava desaparecida desde o dia 18 de setembro; Veja NOME e FOTO do suspeito
Da redação
17/10/2018 11:58
Atualizado
14/12/2018 06:49
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Caso esclarecido: Suspeito preso confessa ter matado Maria Carla por "desavenças familiares"
A Polícia prendeu na tarde desta quarta-feira (17), o suspeito de matar a pré-adolescente Maria Carla, de 12 anos, no município de Apodi, no Oeste potiguar. O corpo da menina foi encontrado hoje nas imediações do Sítio Góis, zona rural de Apodi. A família confirma esta informação

O suspeito do crime era cunhado da vítima: Paulo Batista de Sousa. Segundo o delegado de Apodi, Rafael Câmara, o suspeito confessou que matou a menina por conta de "desavenças familiares".

Rafael Câmara informou ao MOSSORÓ HOJE que os exames do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) deverão confirmar que o corpo é, de fato, da menina. A ossada humana foi recolhida pela equipe do ITEP para a sede do órgão, em Mossoró. Ela pode ser identificada pelas vestimentas e arcada dentária. O corpo deve passar por exames de DNA, em Natal.

Após prestar esclarecimentos ao delegado, o suspeito deve ser encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Apodi e em seguida deve ser transferido para outra unidade prisional do estado.

O MOSSORÓ HOJE confirmou com o delegado Renato Fernandes, que atuou anos em Apodi e hoje é titular da Divisão de Polícia do Oeste (Divipoe), que o suspeito Paulo Batista já havia sido preso por estupro de vulnerável. O pai dele também foi detido na época por violência doméstica. Ambos passaram pouco tempo na cadeia e foram liberados.



Nossa equipe noticiou por duas vezes o desaparecimento da menina Maria Carla. Ela foi vista pela última vez sendo deixada na casa de uma irmã, no bairro Baixa do Caic. Desde então, ninguém mais tem notícia da menina. A família estava desesperada.

Coincidentemente, nesta quarta-feira, 17, o MOSSORÓ HOJE publicou artigo opinativo sobre casos semelhantes em que meninas foram estupradas e assassinadas, como os de Cíntia Lívia, de Tibau, e Yasmin Lorena, de Natal. Ambos os casos, os criminosos eram pessoas ligadas às famílias.

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