21 AGO 2019 | ATUALIZADO 09:45
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Isolda Dantas se diz feliz na luta pela democratização da cultura no RN

Debate pelo fortalecimento, democratização e interiorização das atividades culturais no RN foi tema de debate realizado pelo mandato da deputada no Teatro Lauro Monte Filho nesta sexta-feira (28), em Mossoró
29/06/2019 13:48
Atualizado
29/06/2019 13:55
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Isolda Dantas se diz feliz na luta pela democratização da cultura no RN
A deputada estadual Isolda Dantas presidiu debate nesta sexta-feira (28) no Teatro Lauro Monte Filho sobre o fortalecimento da das atividades culturais no RN, que passa essencialmente pela desburocratização, interiorização e a criação do Fundo Estadual de Cultura.
FOTO: Samia Alves

A deputada estadual Isolda Dantas presidiu debate nesta sexta-feira (28) no Teatro Lauro Monte Filho sobre o fortalecimento da das atividades culturais no RN, que passa essencialmente pela desburocratização, interiorização e a criação do Fundo Estadual de Cultura.

Nesta sexta, a audiência "Fundo Estadual de Cultura em debate", realizada pelo mandato da deputada Estadual Isolda Dantas, ocorreu no Teatro Lauro Monte Filho e contou com participação representativa dos movimentos culturais e artistas de Natal, Mossoró, Governador, Açu, Grossos, Upanema e Janduís.

Participaram do debate, junto à deputada, Crispiniano Neto da Fundação José Augusto; Julian Boal, ator e facilitador do Teatro do Oprimido, filho do dramaturgo Augusto Boal, Tatiane Fernandes do Fórum Potiguar de Cultura; Augusto Pinto do Conselho municipal de Cultura; Pedro Fernandes, reitor da UERN e Padre Charles Lamartine, diretor da Faculdade Católica.

Julian Boal iniciou a discussão sobre o porquê é importante o financiamento da cultura para produção de sentido na sociedade. E Augusto Pinto pontuou o quanto a implementação do fundo precisa acontecer para garantir a que artistas possam produzir com dignidade e liberdade.

Tatiane Fernandes elencou algumas ações necessárias para dar andamento à implementação do Fundo Estadual de Cultura desde à criação da conta do Fundo, a necessidade de ter uma comissão preparada para analisar projetos, desburocratizar o acesso aos editais e a articulação para garantir os repasses da verba para os projetos selecionados: “Antes do dinheiro, é preciso ver a forma de fazer. Muito trabalho antes do dinheiro chegar”. Ao que Crispiniano Neto diz da dificuldade financeira e organizacional da Fundação José Augusto, mas também do compromisso em implementar o FEC em diálogo com os movimentos e organizações de artistas.

Nas intervenções, em diálogo com a mesa debatedoras, artistas falaram da dificuldade de fazer os projetos e responder às burocracias exigidas para obter algum apoio financeiro para suas produções.

A deputada defendeu a necessidade de ampliar o debate do Fundo Estadual de Cultura para que haja uma democratização do acesso aos fomentos: “Sabemos a necessidade de dialogar, ouvir e debater o FEC, e a audiência aconteceu no momento certo. Estamos muito felizes de agora, no nosso mandato de deputada estadual, poder ampliar a discussão e lutar em prol da democratização e interiorização da cultura no RN”.

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