04 AGO 2020 | ATUALIZADO 22:17
MOSSORÓ
27/10/2019 23:14
Atualizado
27/10/2019 23:41

Confira como Rosalba afundou o RN e agora quer fazer o mesmo com Mossoró

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Veja como foi feito o contrato de construção do Arena das Dunas em 2013 e agora o empréstimo de 150 milhões empenhando o FPM
Imagem 1 -  Fotografia publicada no dia 27 de outubro de 2013, quando Rosalba Ciarlini era governadora do Rio Grande do Norte
Fotografia publicada no dia 27 de outubro de 2013, quando Rosalba Ciarlini era governadora do Rio Grande do Norte
FOTO: DEMIS ROUSSOS

O texto e foto abaixo foram publicados no dia 27 de outubro de 2013. Retrata a então governadora Rosalba Ciarlini e seus auxiliares afundando o Rio Grande do Norte.

Atualmente Rosalba Ciarlini no cargo de prefeita de Mossoró, para o qual foi eleita em 2016, e que está se esforçando para afundar este município, assim como fez com o RN.

Rosalba está pegando emprestado 150 milhões na Caixa, empenhando o FPM. E está fazendo isto com aprovação de 14 vereadores que são submissos a seus caprichos.

Os vereadores que se opõem a estes caprichos de Rosalba Ciarlini, se tornam alvos de um grupo chamado “defensores da rosa”, composto por centenas de membros, nas redes sociais.

Segue-o na íntegra!

A empreiteira OAS está construindo a Arena das Dunas na cidade de Natal, para receber quatro jogos da Copa do Mundo de 2014.

Para tanto, assinou um contrato de PPP (parceria-público privada) com o Governo do Estado do Rio Grande do Norte.

O custo atual da obra é de R$ 417 milhões. Depois de pronto, a construtora passará a operar o equipamento por 20 anos, até 2031.

Durante este período, o governo estadual pagará à OAS pela manutenção parcelas mensais de R$ 10 milhões por 11 anos.

Depois, por mais três, parcelas de R$ 2,7 milhões. Além disso, há uma garantia mínima de lucro, baseada em um estudo de viabilidade.

Se o estádio não der o lucro esperado, o governo estadual garante a diferença.

Durante todo esse tempo, será mantido um fundo garantidor do investimento.

Se o governo estadual não honrar seus compromissos contratuais com a empreiteira, o dinheiro deste fundo será utilizado como forma de pagamento.

Então, se os públicos nos jogos não forem os esperados, se o estacionamento não der o resultado financeiro que se prevê, se a loja de souveniers que a empreiteira eventualmente instalar na arena não vender o quanto se acredita, então quem vai pagar o lucro da empreiteira é o contribuinte

Tal fundo sempre terá em caixa o valor mínimo de R$ 70 milhões.

Este dinheiro, pelo contrato, virá de uma fonte segura de renda: os royalties que o Estado recebe pela exploração de petróleo em seus domínios.


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