15 MAI 2026 | ATUALIZADO 17:20
POLÍCIA
CEZAR ALVES
06/11/2019 10:53
Atualizado
06/11/2019 10:53

Caso do canivete está sendo julgado hoje no Fórum de Mossoró

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Réu conhecido por Boy Doido foi para os festejos do Mossoró Cidade Junina em 2015 com um canivete escondido no tênis e na saída matou um e deixou outro ferido
Imagem 1 -
FOTO: REPRODUÇÃO

Está sendo julgado hoje no Salão do Tribunal do Júri Popular do Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, em Mossoró, o caso do canivete, que deixou um morto e outro ferido durante os Mossoró Cidade Junina de 2015.

O réu é Jackson Monteiro da Silva, conhecido por Boy Doido, de 23 anos.

As vítimas são: Guilherme Laureano Venceslau de Oliveira (homicídio) e Marcos Antônio Fernando de Brito (tentativa de homicídio).

O CRIME SEGUNDO O MPRN

As vítimas estavam com amigos conversando e bebendo nas festividades do MCJ do dia 24 de junho de 2015, quando por volta de 1 hora da madrugada, o Boy Doido começou a se desentender com as vítimas. A Guarda Municipal percebeu e afastou todo mundo. Dispensou.

Só que na saída, o Boy Doido esfaqueou Marcos Antônio e Guilherme Laureano, deixando o primeiro ferido e o segundo veio a óbito em função dos ferimentos.

O Boy Doido havia entrado na festa com o canivete escondido no tênis. O caso foi investigado pela Polícia Civil e esclarecido, com riqueza de detalhes, com o depoimento do sobrevivente.

Inclusive, a vítima Marcos Antônio está entre as testemunhas convocadas pelo Poder Judiciário para prestar depoimento perante o júri, composto por sete pessoas da sociedade mossoroense.

O JÚRI

O julgamento começou por volta das 8h30. O réu, que está em liberdade, compareceu. Será defendido pelo advogado Justino Dutra. Após o juiz Vagnos Kelly, que preside os trabalhos, abrir oficialmente o julgamento, será feito o sorteio dos sete jurados.

Em seguida as testemunhas serão interrogadas. O réu também. O promotor de Justiça Ítalo Moreira Martins, em seguida, terá 90 minutos para mostrar os jurados o crime e defender a tese de condenação que entender ser a mais justa.

O advogado Justino Neto vai atuar em defesa do Boy Doido. Quando o debate entre as partes terminar, o juiz Vagnos kelly chama os sete jurados e as partes a sala secreta, para a votação dos quesitos propostos em plenário aos jurados.

Após a decisão dos jurados, que é soberana, o juiz Vagnos Kelly aplica a sentença no réu, encerrando os trabalhos.

Está sendo julgado hoje no Salão do Tribunal do Júri Popular do Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, em Mossoró, o caso do canivete, que deixou um morto e outro ferido durante os Mossoró Cidade Junina de 2015.

O réu é Jackson Monteiro da Silva, conhecido por Boy Doido, de 23 anos.

As vítimas são: Guilherme Laureano Venceslau de Oliveira (homicídio) e Marcos Antônio Fernando de Brito (tentativa de homicídio).

O CRIME SEGUNDO O MPRN

As vítimas estavam com amigos conversando e bebendo nas festividades do MCJ do dia 24 de junho de 2015, quando por volta de 1 hora da madrugada, o Boy Doido começou a se desentender com as vítimas. A Guarda Municipal percebeu e afastou todo mundo. Dispensou.

Só que na saída, o Boy Doido esfaqueou Marcos Antônio e Guilherme Laureano, deixando o primeiro ferido e o segundo veio a óbito em função dos ferimentos.

O Boy Doido havia entrado na festa com o canivete escondido no tênis. O caso foi investigado pela Polícia Civil e esclarecido, com riqueza de detalhes, com o depoimento do sobrevivente.

Inclusive, a vítima Marcos Antônio está entre as testemunhas convocadas pelo Poder Judiciário para prestar depoimento perante o júri, composto por sete pessoas da sociedade mossoroense.

O JÚRI

O julgamento começou por volta das 8h30. O réu, que está em liberdade, compareceu. Será defendido pelo advogado Justino Dutra. Após o juiz Vagnos Kelly, que preside os trabalhos, abrir oficialmente o julgamento, será feito o sorteio dos sete jurados.

Em seguida as testemunhas serão interrogadas. O réu também. O promotor de Justiça Ítalo Moreira Martins, em seguida, terá 90 minutos para mostrar os jurados o crime e defender a tese de condenação que entender ser a mais justa.

O advogado Justino Neto vai atuar em defesa do Boy Doido. Quando o debate entre as partes terminar, o juiz Vagnos kelly chama os sete jurados e as partes a sala secreta, para a votação dos quesitos propostos em plenário aos jurados.

Após a decisão dos jurados, que é soberana, o juiz Vagnos Kelly aplica a sentença no réu, encerrando os trabalhos.


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