06 JUN 2020 | ATUALIZADO 20:37
MOSSORÓ
ANNA PAULA BRITO
27/03/2020 18:35
Atualizado
27/03/2020 18:37

Responsáveis pelo Caic do Abolição IV cobram do governo segurança no local

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No prédio, além das aulas do próprio Caic, funcionam o grupo de Escoteiro voluntários e a Escola Estadual Trinta de Setembro, transferida após a interdição do antigo prédio, localizado no Abolição III. Segundo informações o mato ao redor do local e a falta de segurança facilitam a ação de criminosos que já furtaram diversos materiais das três instituições.
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FOTO: CEDIDA

Os responsáveis pelo grupo voluntário de escoteiros, com sede do Caic do bairro Abolição IV, em Mossoró, cobram do Governo do Estado a implantação de maior segurança no local.

No prédio, além das aulas do próprio Caic e das atividades do grupo de escoteiros, funciona também a Escola Estadual Trinta de Setembro, transferida para o local após a interdição do antigo prédio, localizado no Abolição III.

De acordo com informações colhidas pelo MOSSORÓ HOJE, na sexta-feira (20) a sala dos escoteiros foi arrombada, em um momento em que a escola estava sem vigilância.

Na ocasião, foram furtados rádios de comunicação, refletores de LED, caixas de som, binóculos, e materiais de expediente utilizados nas atividades com os jovens.

Na segunda-feira (23) a Polícia Militar realizou uma ronda no local e verificou que haviam algumas janelas arrombadas. Desta vez, os invasores furtaram materiais novos das escolas, que haviam sido adquiridos recentemente pelo governo do estado.

Em ambas as ocasiões os diretores denunciaram e fizeram boletins de ocorrência, contudo, eles alertam que sem o investimento em segurança, os crimes vão continuar acontecendo.

“O Caic tem uma estrutura incrível, porém necessita de reparos e manutenção que não existem há muito tempo. Existem salas que não são utilizadas e estas possuem telhados e janelas quebradas que facilitam o acesso de desconhecidos”, explicou Izabel Fernandes, do grupo de escoteiros.

Ela contou que a segurança no local foi reduzida para atuar apenas no período noturno e nos finais de semana, deixando os demais horários vulneráveis aos ataque de criminosos.

“Nosso trabalho tem sido constante, de forma voluntária e própria para proporcionar a melhoria da escola: como pintura, conscientização, arborização, criação da horta, jardim reciclável, limpeza no terreno e entre outros. Porém, necessitamos de um apoio maior do governo, estamos falando de uma escola, de educação e de um ambiente que proporcionamos aos jovens a se tornarem melhores a cada dia, exercendo o programa educativo do escotismo”, disse.

A coordenação também reclama do matagal que existem ao redor do Caic, que serve como esconderijo e rota de fuga, trazendo insegurança para alunos, professores e funcionários.

“Existe uma mata gigante ao redor da escola, devido a falta de manutenção. A gente já fez limpeza várias vezes, mas sem ajuda do poder público, o problema vai continuar a persistir”, explicou.


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