07 JUN 2020 | ATUALIZADO 16:10
ESTADO
14/05/2020 18:46
Atualizado
14/05/2020 18:46

RN continua registrando alta taxa de ocupação de leitos e baixo isolamento social

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As autoridades da saúde seguem alertando para o risco da reduzida taxa de isolamento social - que nesta quarta-feira (13) foi de apenas 42,34%, quando o mínimo indicado seria 60%.
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FOTO: SANDRO MENESES

A alta taxa de ocupação de leitos específicos para atendimento a pacientes infectados pelo novo coronavírus no Rio Grande do Norte tem causado preocupação.

As autoridades da saúde continuam alertando para o risco da reduzida taxa de isolamento social - que nesta quarta-feira (13) foi de apenas 42,34%, quando o mínimo indicado seria 60%.

"O isolamento social mais amplo permite salvar mais vidas porque reduz a contaminação e proporciona mais tempo para abertura de novos leitos, ampliando o número de pacientes atendidos e evitando mortes" explicou o médico Petrônio Spinelli, secretário adjunto de saúde do Governo do Estado.

Nesta quinta-feira (14),são 8.438 casos suspeitos, 2.537 confirmados, 6.636 descartados, 853 recuperados e 107 óbitos confirmados. Os óbitos em investigação somam 56.

Ao analisar o quadro Spinelli considera que o momento exige unidade entre o Governo e os municípios e a adesão das pessoas às medidas protetivas.

"O Governo do Estado está fazendo a sua parte, estamos abrindo novos leitos em todas as regiões. Esta semana teremos 11 novos leitos no Hospital Giselda Trigueiro, 6 em Pau dos Ferros, mais 10 no Hospital da Polícia Militar, em Natal, e na próxima segunda-feira estaremos transferindo uma enfermaria do Giselda para o Hospital Onofre Lopes, em parceria com a UFRN, o que vai abrir espaço para mais leitos naquela unidade", afirmou, lembrando que a abertura de novos leitos é limitada e a população precisa se recolher ao isolamento para reduzir o número de casos.

O Governo também atua para viabilizar a abertura de Hospitais com UTI em Parnamirim e São Gonçalo Amarante e já contratou a abertura de 20 leitos críticos no Hospital João Machado, em Natal, e 10 no Hospital Regional de Macaíba. Além disso, a meta de chegar a 70 leitos com respiradores em Mossoró.


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