01 OUT 2020 | ATUALIZADO 18:26
MOSSORÓ
05/08/2020 11:44
Atualizado
05/08/2020 11:44

Sustentabilidade: madeiras de podas de árvores serão reaproveitadas em Mossoró

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O PL de autoria do vereador João Gentil, que cria o Programa de Aproveitamento de Madeiras de Podas de Árvores (Pampa), foi aprovado por unanimidade pela câmara de Mossoró. O PL prevê que as madeiras sejam usadas na confecção de cabos de ferramentas e utensílios em geral, inclusive domésticos. Também a utilização de folhas e galhos finos para criação de adubos e reaproveitamento em praças e jardins da cidade.
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FOTO: EDILBERTO BARROS

A Câmara Municipal de Mossoró aprovou a instituição do Programa de Aproveitamento de Madeiras de Podas de Árvores (Pampa), durante sessão presencial, que retornou nesta terça-feira (4), após dois meses de reuniões remotas.

A medida é contida no Projeto de Lei 59/2018, de autoria do vereador João Gentil (Rede), aprovado por unanimidade no plenário.

O programa, segundo o parlamentar, prevê aproveitamento de madeiras na confecção de cabos de ferramentas e utensílios em geral, inclusive domésticos. Também utilização de folhas e galhos finos para criação de adubos e reaproveitamento em praças e jardins da cidade.

SUSTENTABILIDADE

“O objetivo é gerar benefícios econômicos e ambientais, reduzir o desmatamento e aumentar a vida útil dos aterros sanitários”, diz o vereador.

Ainda conforme a proposta, o Poder Executivo deverá designar, após estudos, áreas com dimensões adequadas para a implementação do Pampa.

Também poderá celebrar convênios com universidades, escolas, Organizações Não-Governamentais (ONGs), entidades relacionadas ao meio ambiente e iniciativa privada, com a finalidade de desenvolver pesquisas para o aprimoramento técnico e científico do programa.

O projeto prevê que a iniciativa será regulamentada pelo Executivo, no que couber, em sessenta dias, a contar da publicação.

“É um projeto sustentável para Mossoró: conterá o superabastecimento do aterro sanitário e reverterá os resíduos das podas para algo produtivo”, observa João Gentil.


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