05 AGO 2021 | ATUALIZADO 06:39
SAÚDE
21/07/2021 14:27
Atualizado
21/07/2021 14:27

Apamim inicia processo de desmobilização do Hospital São Luiz

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De acordo com os diálogos já estabelecidos com as autoridades, no dia 1º de agosto será fechado uma UTI covid19 de 10 leitos. Depois, no dia 15, será fechada outra. A previsão é no final de agosto encerrar o contrato de arrendamento do Hospital São Luiz para tratamento de pacientes covid19 na região Oete do Rio Grande do Norte.
Imagem 1 -  De acordo com os diálogos já estabelecidos com as autoridades, no dia 1º de agosto será fechado uma UTI covid19 de 10 leitos. Depois, no dia 15, será fechada outra. A previsão é no final de agosto encerrar o contrato de arrendamento do Hospital São Luiz para tratamento de pacientes covid19 na região Oete do Rio Grande do Norte.
De acordo com os diálogos já estabelecidos com as autoridades, no dia 1º de agosto será fechado uma UTI covid19 de 10 leitos. Depois, no dia 15, será fechada outra. A previsão é no final de agosto encerrar o contrato de arrendamento do Hospital São Luiz para tratamento de pacientes covid19 na região Oete do Rio Grande do Norte.

Os interventores da APAMIM, coordenados por Larizza Queiroz, iniciaram nesta semana os preparativos para encerrar as atividades de tratamento covid19 no Hospital de Campanha de Campanha São Luiz, em Mossoró-RN, no final do próximo mês.

Os preparativos foram iniciados com um diálogo com os promotores de Justiça, juiz federal Orlan Donato Rocha, titular do processo de intervenção judicial da APAMIM, representantes do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Mossoró.

A APAMIM, que já administra o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), havia assumido o controle do Hospital São Luiz, por arrendamento, no dia 1º de maio de 2020, após um acordo com o Governo do Estado, Prefeitura de Mossoró intermediado pelo Ministério Público.

Inicialmente, a missão dada pela Justiça aos interventores era atender aos pacientes com covid19 da região Oeste do Rio Grande do Norte em 60 leitos de UTI e 40 leitos clínicos, instalados no Hospital São Luiz pela equipe da APAMIM.

Entretanto, ao longo dos meses, o trato clínico aos pacientes com covid19 se formalizou de outra maneira diferente do que foi inicialmente pensado (até então, se sabia pouco sobre a doença), levando as equipes a promoverem adequações nos protocolos.

Foram abertos, então, 50 leitos de UTI covid19 e 25 de enfermaria, através de um Termo de Ajustamento de Conduta proposto pelo Ministério Público Estadual.

No termo, homologado pela Justiça, o Governo do Estado e a Prefeitura de Mossoró assumiriam o financiamento e a APAMIM a gestão da unidade. Também colaborou com a abertura de 20 leitos de UTI no Hospital Regional Tarcísio Maia e outros 10 no Hospital Rafael Fernandes, também com a finalidade de tratar pacientes com covid19.

A primeira onda da pandemia perdeu força no período entre os meses de agosto e setembro de 2020, tendo o Hospital São Luiz a ficar com ocupação de mais ou menos 10 pacientes. As internações voltam a crescer no final de dezembro, início de janeiro, lotando os hospitais no Rio Grande do Norte no período de fevereiro a junho.

Na segunda quinzena de junho, em função da vacina avançar nos grupos prioritários e também nas faixas de idade, começou a reduzir os pedidos de internação em UTI e enfermaria.

Nesta quarta-feira, 21, os 75 leitos do Hospital São Luiz estavam com apenas 18 pacientes. As altas médicas estão abaixo dos pedidos de novas internações. Diante do quadro, começou o trabalho de redução de pessoal. Cada UTI de dez leitos são necessários 56 profissionais.


Larizza Queiroz informou que no dia 1º de agosto, fecha uma UTI de dez leitos, ficando com outras 4 abertas. No dia 15, será encerrada outra UTI de 10 leitos. Não havendo alterações nos quadros, no final de agosto deve ser encerrado o arrendamento do Hospital São Luiz para tratamento de pacientes covid19 na região Oeste do Rio Grande.

Durante o período de um ano e meio de pandemia, a APAMIM tratou mais de 2 mil pacientes de todo Rio Grande do Norte e de outros estados, mobilizando centenas de servidores especializados na área de saúde e equipamentos de alto custo. “Já informamos as autoridades do Judiciário, do Ministério Público, do Governo do Estado e da Prefeitura de Mossoró”, finaliza Larizza Queiroz, que se volta agora ao trabalho de restauração e ampliação dos serviços de obstetrícia no Hospital Maternidade Almeida Castro.

Notas

Posto JP - Maio de 2021

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