23 JAN 2022 | ATUALIZADO 23:18
MOSSORÓ
29/11/2021 20:34
Atualizado
29/11/2021 20:40

“Temos que defender a dignidade das pessoas”, diz Jorge do Rosário

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Construtor mossoense esteve conversando com os moradores do Polo da Maísa, que estão numa luta ferrenha para conseguir convencer a classe política a concluir a estrada do melão, o trecho entre a BR 304 e a RN 015, em Baraúna-RN. “Ninguém é capaz de projetar o quanto já perdemos em desenvolvimento e emprego nesses nove anos, por conta de 28km de estrada. É um investimento básico para qualquer Estado que pense à frente. Que queira um futuro melhor para seu povo”, completou Jorge do Rosário.
Imagem 1 -  Construtor mossoense esteve conversando com os moradores do Polo da Maísa, que estão numa luta ferrenha para conseguir convencer a classe política a concluir a estrada do melão, o trecho entre a BR 304 e a RN 015, em Baraúna-RN. “Ninguém é capaz de projetar o quanto já perdemos em desenvolvimento e emprego nesses nove anos, por conta de 28km de estrada. É um investimento básico para qualquer Estado que pense à frente. Que queira um futuro melhor para seu povo”, completou Jorge do Rosário.
Construtor mossoense esteve conversando com os moradores do Polo da Maísa, que estão numa luta ferrenha para conseguir convencer a classe política a concluir a estrada do melão, o trecho entre a BR 304 e a RN 015, em Baraúna-RN. “Ninguém é capaz de projetar o quanto já perdemos em desenvolvimento e emprego nesses nove anos, por conta de 28km de estrada. É um investimento básico para qualquer Estado que pense à frente. Que queira um futuro melhor para seu povo”, completou Jorge do Rosário.

Movimento das comunidades rurais (12 agrovilas de Mossoró e Baraúna) ganha repercussão em defesa da conclusão da Estrada do Melão, que está há mais de nove anos parada. “Não vamos parar enquanto não vermos a conclusão dessa RN”, destacou o agricultor Vaval da Maísa, representante da Agrovila Paulo Freire e um dos líderes do movimento.

A “Estrada do Melão” é uma importante ferramenta para o escoamento da produção agrícola da região, abrangendo desde grandes produtores até pequenos, como da agricultura familiar. Além do melão, a região também é destaque na produção de mamão, cebola e banana.

Não só bastasse a relevância da fruticultura, a estrada também fomentará o turismo, já que liga a BR 304 ao Parque Nacional de Furna Feia, área de reserva ambiental com enorme potencial turístico entre Mossoró e Baraúna.

Presente no movimento, Jorge do Rosário disse que se sentia no dever, como cidadão, de apoiar o pleito dos agricultores da região. Ele quer saber mais sobre os entraves para concluir a rodovia e os reais problemas vividos pelas comunidades, já que a Estrada do Melão pode ser um instrumento para a geração de empregos.


“Sempre apoiei o movimento, porque além da importância econômica, temos que defender também a dignidade das pessoas que moram aqui, e dignidade é emprego, escola, posto de saúde e independência das pessoas”, acrescentou Jorge.

Segundo os moradores, a falta da estrada causa problemas no dia a dia. “Depois que a Estrada do Melão virou essa baderna, que não tem como ninguém percorrer, mudaram a rota para passar por dentro da minha comunidade, que não foi projetada para receber grandes carretas, caminhões e containers”, relatou Neidinha da comunidade Poço 10.

Jorge do Rosário lamentou a falta de empenho da classe política em relação a uma atividade que movimenta mais de R$ 750 milhões por ano na economia do Rio Grande do Norte. “Ninguém é capaz de projetar o quanto já perdemos em desenvolvimento e emprego nesses nove anos, por conta de 28km de estrada. É um investimento básico para qualquer Estado que pense à frente. Que queira um futuro melhor para seu povo”, completou Jorge.

“Imagine você aqui com uma criança ou idoso em uma situação de emergência, tendo que levar para um hospital dentro de Mossoró através destas estradas”, lamentou Raquel, representante da comunidade Angicos.

Somadas as agrovilas, são aproximadamente 18 mil habitantes que também seriam beneficiados com a Estrada do Melão.

A Fruticultura no RN

O Rio Grande do Norte, sobretudo a região Oeste, é responsável por 40% das exportações de frutas do país, sendo destinada principalmente para a Europa. Atualmente, o setor emprega diretamente 20 mil pessoas e mais de 50 mil de forma indireta. No ano passado, o Estado exportou 300 mil toneladas de frutas frescas, movimentando cerca de R$ 750 milhões. A expectativa é que o número se repita em 2021.


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