17 ABR 2024 | ATUALIZADO 18:23
POLÍTICA
01/03/2024 09:21
Atualizado
01/03/2024 09:21

Neilton comemora pesquisa que revela mais um produto do cajueiro, beneficiando produtores

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A pesquisa foi desenvolvida por pesquisadoras da Universidade de Pernambuco (UFPE) nas regiões produtoras de caju. No seu pronunciamento durante a sessão plenária desta quinta-feira (29), o deputado Neilton Diógenes mostrou entusiasmo quanto às possibilidades de renda para os produtores potiguares. Ele citou que trata-se de mais uma fonte de renda para os produtores que plantam o cajueiro. “Era uma resina que antes não era colhida, mas que no mercado pode ser vendida até R$ 40 o quilo e não estava sendo aproveitada”, disse.
Imagem 1 -  Neilton comemora pesquisa que revela mais um produto do cajueiro, beneficiando produtores. A pesquisa foi desenvolvida por pesquisadoras da Universidade de Pernambuco (UFPE) nas regiões produtoras de caju. No seu pronunciamento durante a sessão plenária desta quinta-feira (29), o deputado Neilton Diógenes mostrou entusiasmo quanto às possibilidades de renda para os produtores potiguares. Ele citou que trata-se de mais uma fonte de renda para os produtores que plantam o cajueiro. “Era uma resina que antes não era colhida, mas que no mercado pode ser vendida até R$ 40 o quilo e não estava sendo aproveitada”, disse.
Neilton comemora pesquisa que revela mais um produto do cajueiro, beneficiando produtores. A pesquisa foi desenvolvida por pesquisadoras da Universidade de Pernambuco (UFPE) nas regiões produtoras de caju. No seu pronunciamento durante a sessão plenária desta quinta-feira (29), o deputado Neilton Diógenes mostrou entusiasmo quanto às possibilidades de renda para os produtores potiguares. Ele citou que trata-se de mais uma fonte de renda para os produtores que plantam o cajueiro. “Era uma resina que antes não era colhida, mas que no mercado pode ser vendida até R$ 40 o quilo e não estava sendo aproveitada”, disse.

O deputado Neilton Diógenes (PP) destacou em plenário a presença de pesquisadoras da Universidade de Pernambuco (UFPE) nas regiões produtoras de caju. No seu pronunciamento durante a sessão plenária desta quinta-feira (29), Neilton mostrou entusiasmo quanto às possibilidades de renda para os produtores potiguares.

“As duas professoras, pesquisadoras e doutoras da UFPE, Mônica Felts e Karla Oliveira estiveram recentemente em nosso território conhecendo o potencial da cajucultura, passando por Serra do Mel, Apodi, Severiano Melo e Rodolfo Fernandes, onde puderam ver a grande produção de caju, da castanha e partilharam com os produtores esse grande potencial, da produção da resina, antes desprezada e que já está sendo aproveitada, transformada em goma e vendida ao setor de cosméticos”, comemorou o deputado.

Neilton citou que trata-se de mais uma fonte de renda para os produtores que plantam o cajueiro. “Era uma resina que antes não era colhida, mas que no mercado pode ser vendida até R$ 40 o quilo e não estava sendo aproveitada”, disse.

O parlamentar citou dados: anualmente, um cajueiro gigante por chegar a produzir 8 quilos de resina. “Um cultivo de 100 cajueiros pode gerar para a família em torno de R$ 20 mil anuais somente com a colheita da resina, fora o caju e a castanha”, ressaltou.

“É isso que o nosso mandato tem feito, trazido a universidade e a tecnologia até o homem do campo, indo até as famílias mais humildes para que juntos possamos desenvolver um poder econômico maior, trazendo dignidade e prosperidade”, disse. As pesquisadoras estiveram com os produtores fazendo palestras sobre os subprodutos do cajueiro, no caso a resina e também orientando em relação à produção e proteção.

Encerrando seu pronunciamento, Neilton parabenizou o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, pelo projeto Mossoró Realiza. “Estive na cidade e pude comprovar a alegria da população mais humilde com o projeto inovador de atenção à saúde”, disse.

Em aparte, ao final, a deputada Eudiane Macedo (PV) parabenizou a iniciativa do colega. “O cajueiro tem realmente uma importância muito grande na geração de emprego e renda. Lembrando também que devido a todo esse potencial da cajucultura, conseguimos da isenção da castanha in natura e parabenizo os parlamentares envolvidos”, afirmou Eudiane.


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