21 ABR 2026 | ATUALIZADO 22:04
POLÍCIA
21/04/2026 20:47
Atualizado
21/04/2026 21:06

Servidora pública se apresenta na policia e diz que não teve a intenção

Assistida por um advogado, a servidora pública confirmou que realmente estava dirigindo o Corola branco (apreendido para perícias) que atropelou e matou o eletricista Francisco Wesley, de 46 anos, no início da manhã de segunda-feira, 20, no Complexo Viário da Abolição (BR 304), em Mossoró-RN. O delegado Renato Oliveira, que ouviu o depoimento da investigada, disse que vai remeter o acaso a DHPP, com indiciamento por homicídio doloso, que é quando o réu ataca com a intenção de matar. Foto: Isaias Fernandes
Assistida por um advogado, a servidora pública confirmou que realmente estava dirigindo o Corola branco (apreendido para perícias) que atropelou e matou o eletricista Francisco Wesley, de 46 anos, no início da manhã de segunda-feira, 20, no Complexo Viário da Abolição (BR 304), em Mossoró-RN. O delegado Renato Oliveira, que ouviu o depoimento da investigada, disse que vai remeter o acaso a DHPP, com indiciamento por homicídio doloso, que é quando o réu ataca com a intenção de matar. Foto: Isaias Fernandes
Foto: Isaias Fernandes

A servidora pública estadual (nome preservado pela polícia) se apresentou ao delegado Renato Oliveira, do plantão da polícia Civil de Mossoró, e declarou que não teve a intenção de matar atropelado o eletricista Francisco Wesley de Lucena, de 46 anos.

O acidente aconteceu no início da manhã de segunda-feira, 20, quando a vítima Francisco Wesley trafegava numa motocicleta pela BR 304, com destino ao trabalho. Lhe seguindo, de perto, um Corola branco dirigido pela servidora pública estadual.

Ao passar em frente a antiga base 34 da Petrobras (hoje é sede da Brava), o veiculo bateu na moto pilotada por Francisco Wesley, o que segundo o delegado Renato Oliveira apurou, aparentemente foi intencional, o que configura homicídio doloso.

Após o choque do carro com a moto, com a queda e morte do eletricista Francisco Wesley, a servidora pública seguiu viagem. Fugiu do local do acidente, sem prestar socorro. As polícias Civil e Rodoviária Federal trabalharam juntas e identificaram o veículo.

Imagens das câmeras de segurança instaladas nos prédios próximos, ajudaram os policiais na elucidação do caso. Neste primeiro momento da investigação, o delegado observou que vítima e acusada pareciam discutir no trânsito e que o choque pareceu intencional.

O veiculo foi apreendido e feito perícia pelo polícia Científica na Delegacia de Plantão. A servidora pública se apresentou com advogado e, além de negar que não teve a intenção, também se colocou à disposição da Justiça para qualquer esclarecimento.

O delegado Renato Oliveira disse que vai remeter o caso a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró, que é quem deve se aprofundar mais nas investigações, com mais perícias especializadas, e definir se o choque foi intencional ou não.


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