13 ABR 2024 | ATUALIZADO 13:43
ESTADO
Da redação
17/02/2016 10:38
Atualizado
14/12/2018 08:04

Justiça interroga testemunhas no processo da Operação Candeeiro

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Nesta operação, o MPE descobriu que o mossoroense Gutson Geovany teria comandado esquema criminoso e desviou 19,3 milhões do IDEMA entre 2013 e 2014
Imagem 1 -  Justiça interroga testemunhas no processo da Operação Candeeiro
O Potiguar

Hoje, amanhã e depois o juiz da 6ª Vara Criminal de Natal, Guilherme Newton Pinto, vai interrogar as testemunhas de defesa e de acusação na Operação Candeeiro.

Na operação, Ministério Público Estadual descobriu que o mossoroense Gutson Johson Giovany Reinaldo Bezerra teria comandado quadrilha que desviou R$ 19.321.726,13 do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente de 2013 a 2014.

Gutson foi nomeado para o cargo pela então governadora Rosalba Ciarlini.

Junto com Gutson Johson, que demonstrou interesse em delação premiada através de seu advogado Fábio Holanda, foram presos outras 14 pessoas.

São réus na ação:

Antônio Tavares Neto;

Aratusa Barbalho de Oliveira;

Clebson José Bezerril;

Eliziana Alves da Silva;

Elmo Pereira da Silva Júnior;

Euclides Paulino de Macedo Neto;

Fabiola Mercedes da Silveira;

Faulkner Max Barbosa Mafra;

Geraldo Alves de Souza;

Guilherme de Negreiros Diógenes Reinaldo

Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra;

Handerson Raniery Pereira;

João Eduardo de Oliveira Soares;

Ramon Andrade Bacelar Felipe Sousa;

Renato Bezerra de Medeiros.

“Com as investigações, o MP afirma que há provas e ainda fortes indícios de autoria dos crimes de quadrilha/associação criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, falsificação de documento público, uso de documento falso, extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento.”, destaca reportagem do G1.

O promotor de Justiça que está à frente das investigações que deixou o rombo no IDEMA é Paulo Batista Lopes Neto, da Comarca de Natal. Ele disse que o dinheiro desviado do IDEMA foi usado para comprar apartamentos de luxo, construir academia de alto padrão e reformar loja equipadora de veículos.

Para desviar os recursos, o então diretor do IDEMA, Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra, mandava ofícios ao Banco do Brasil autorizando pagamento milionários a empresas que não tinha qualquer vínculo contratual com o órgão. O esquema de corrupção foi descoberto em oito meses de investigações.

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