26 NOV 2024 | ATUALIZADO 18:26
POLÍTICA
Da redação
17/08/2016 12:19
Atualizado
12/12/2018 22:35

Rosalba inicia campanha nas redes sociais sem CNPJ e Tião aciona Justiça Eleitoral para multar candidata

Ex-governadora e a candidata a vice-prefeita pelo PP, Nayara Gadelha, estariam distribuindo material gráfico e jingles pelas redes sociais antes da liberação do CNPJ da campanha, o que é proibido pela legislação
Reprodução/Blog Carol Ribeiro
O pleito municipal para escolha de prefeito e vereadores em Mossoró já tem a sua primeira ação protocolada junto à Justiça Eleitoral. O candidato Tião Couto (PSDB), da Coligação “Unidos por uma Mossoró Melhor”, apresentou nesta quarta-feira, 17, na 33ª zona eleitoral, representação contra Rosalba Ciarlini (PP) e Nayara Gadelha (PP), da coligação “Força do Povo”, acusando-as de estarem distribuindo material gráfico e jingles pelas redes sociais antes da liberação do CNPJ da campanha, o que é proibido pela legislação.

Tião pede ao juiz Breno Valério, titular da 33ª zona eleitoral, que seja determinado à Rosalba e Nayara Gadelha que se abstenham de publicar, distribuir e veicular, de qualquer forma, a propaganda considerada irregular, sob pena de R$ 5 mil pelo descumprimento. O candidato a prefeito pelo PSDB também requer que sejam apagadas as propagandas das redes sociais, também sob pena de multa de R$ 5 mil.

Por fim, a coligação “Unidos por uma Mossoró Melhor” solicita condenação de Rosalba e Nayara, com valor que varia entre R$ 5 e 25 mil, para cada uma das propagandas apontadas como irregulares.

Rosalba “some” das redes

Por coincidência, ou não, Rosalba simplesmente “sumiu” das redes sociais nesses primeiros dois dias de campanha. Ela ainda chegou a postar em sua conta no Instagram uma imagem que apresentava a mensagem “Agora é 11”, apagada horas depois. Nas ruas, também não se vê material de divulgação da candidatura da ex-governadora.

Informações de bastidores apontam que a demora na liberação do CNPJ da campanha de Rosalba pode indicar problemas no seu registro de candidatura, nem tão simples de serem solucionados, conforme defendeu a assessoria jurídica da ex-governadora.
 
 
 
 

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