26 ABR 2024 | ATUALIZADO 18:29
POLÍCIA
Da redação
07/03/2017 09:53
Atualizado
14/12/2018 03:06

'Estamos finalizando', diz delegado que investiga assassinato de Valéria Patrícia

José Vieira, da 1º DP de Mossoró, afirmou que não pode dar detalhes sobre a investigação, pois está sob sigilo. Pelas redes sociais, familiares e amigos clamam por justiça
Arquivo Pessoal
Há mais de cinco meses do assassinato da estudante Valéria Patrícia, de 20 anos, familiares e amigos utilizam redes sociais para clamar por justiça e pedem que o caso seja concluído pela polícia o mais rápido possível, para que o autor seja punido. 

O MOSSORÓ HOJE entrou em contato com o delegado José Vieira, da 1º Delegacia de Polícia de Mossoró, e falou rapidamente sobre o caso. Vieira não pôde informar detalhes, pois a investigação segue em segredo de justiça.

O delegado disse apenas que o caso está sendo finalizado. “[Estamos] finalizando”, informou. Somente após a conclusão do inquérito policial é que serão divulgados mais detalhes sobre o caso.

Vieira comentou ainda que tem acompanhado as manifestações na internet dos amigos, familiares e população em geral, que pedem justiça no processo.

O caso

Valéria Patrícia, de 20 anos, saiu de casa, no bairro Planalto 13 de Maio, no dia 11 de setembro de 2016, de motocicleta e sozinha, até sua nova casa, entre os bairros Bom Jesus e Sumaré, onde ela moraria com o marido, Thiago Cavalcante.  

Depois disso, Valéria não retornou mais para casa. Familiares e amigos começaram uma força-tarefa nos bairros e na internet pedindo informações sobre o paradeiro da jovem.

Somente no dia 15 de setembro, pela manhã, um corpo em estado de decomposição foi encontrado numa área de matagal, na zona sul de Mossoró.

Após exames do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), constatou-se que a corpo encontrado era realmente de Valéria Patrícia. O laudo mostrou que a vítima sofreu um tiro na cabeça.

O crime chocou a família, amigos e a população potiguar. A família de Valéria é de Martins. Na cidade, foi feita uma homenagem a ela, na época de seu sepultamento.

O caso segue sendo um mistério pela brutalidade como aconteceu e porque, até então, não há indícios de quem poderia ter feito tal maldade com a jovem, que trabalhava como manicure e cursava Faculdade de Enfermagem. 

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