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POLÍCIA

Júri absolve membro do PCC acusado de tentar matar dois PMs em Mossoró

Conforme o que foi exposto aos sete jurados pelo MPRN e a defesa, Jefferson Max não tentou matar os policiais, porém estava armado e pegou 2 anos e 8 meses por isto
Da redação
23/11/2017 10:52
Atualizado
14/12/2018 08:24
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Júri absolve membro do PCC acusado de tentar matar dois PMs em Mossoró
Franscileno Góis
O Tribunal do Júri Popular decidiu que o agricultor Jefferson Max de Oliveira, de 26 anos, que se diz membro do Primeiro Comando da Capital em depoimento a polícia, não tentou matar os policiais militares Benjamim Gestemane e Luciano Holanda Fernandes. Porém o condenou a porte ilegal de armas a 2 anos e 8 meses de prisão.

O outro suspeito deste crime que também foi preso na mesma ocasião pelos policiais militares é o servente Davi Targino de Oliveira, de 20 anos. Entretanto, Davi não foi pronunciado para julgamento. Ele não estava com o Jefferson Max e sim estava passando perto. Ficou preso e foi processado porque estava portando um celular roubado.
A tentativa de homicídio contra os policiais na versão do Ministério Público Estadual.

Os policiais narraram que foram vítimas de tentativas de homicídio no dia 10 de fevereiro de 2017, por volta das 17h30min, nas imediações da Favela do Fio, zona oeste de Mossoro. Os detalhes deste crime estão no link abaixo, em matéria do Portal Mossoró Hoje.

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O julgamento desta quinta-feira, 23, teve na presidência o juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros. O Ministério Público Estadual foi representado pelo promotor de Justiça Carlos Henrique Harper Cox, que está substituindo o promotor Armando Lúcio Ribeiro, que está de férias.

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