15 NOV 2019 | ATUALIZADO 18:56
SAÚDE

Sindicato dos Vigilantes recusa proposta e segue reivindicando

Os empresários alegam que o salário dos vigilantes do Rio Grande do Norte é o maior do Nordeste e que o aumento exigido é insustentável.
Josemário Alves
12/03/2015 20:47
Atualizado
13/12/2018 00:35
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Josemário Alves

O Sindicato dos Vigilantes Patrimoniais (SindSegur) recusou a proposta das Empresas de Segurança Privada e seguem reivindicando reajuste salarial.

A tentativa de acordo aconteceu na tarde desta quinta-feira (12) na sede do Tribunal Regional do Trabalho em Natal, e foi presidida pela desembargadora Auxiliadora Rodrigues.

De acordo com representantes do SindSegur, a categoria recusou a proposta por que o reajuste salarial de 12% apresentado estava calculado sobre o salário médio dos vigilantes no Nordeste e não dava direito ao vale-alimentação.

A categoria exige reajuste de 12% sobre o salário base do Rio Grande do Norte, além de acréscimo de vale alimentação no valor de R$ 15,00 por dia.

Os empresários alegam que o salário dos vigilantes do estado potiguar é o maior do Nordeste e que o aumento exigido é insustentável.

Ao MOSSORÓ HOJE, o coordenador geral do Sindicato dos Vigilantes Francisco Benedito, relatou que, apesar da recusa à proposta das empresas, a categoria não vai paralisar os serviços como fez, anteriormente.

“Seria imprudente da nossa parte, voltar a greve e prejudicar milhares de pessoas”, declarou.

Diante desse cenário, o Tribunal Regional do Trabalho decidirá qual será o reajuste da categoria por meio de Dissídio Coletivo.

Até que haja um acordo entre os vigilantes e as empresas, ou haja o julgamento do dissídio pelo Tribunal, os salários dos vigilantes permanecerão congelados.

Francisco Benedito alerta aos vigilantes que, após o julgamento, todo o retroativo será recebido. “Não vão perder nada!”, conclui.

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