22 FEV 2019 | ATUALIZADO 23:38
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Bolsonaro e Trump ampliam a pressão para tomar poder na Venezuela

Segundo a agência de notícias Reuters, em comunicado, Trump disse que usará "todo o peso do poder diplomático e econômico dos Estados Unidos para pressionar pelo restabelecimento da democracia venezuelana"
DA REDAÇÃO
23/01/2019 18:23
Atualizado
23/01/2019 18:23
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Bolsonaro e Trump ampliam a pressão para tomar poder na Venezuela
Os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceram nesta quarta-feira (23) a tentativa de golpe do líder da oposição na Venezuela, Juan Guaidó, como presidente interino do país
Reprodução

Os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceram nesta quarta-feira (23) a tentativa de golpe do líder da oposição na Venezuela, Juan Guaidó, como presidente interino do país, aumentando a pressão sobre o presidente Nicolás Maduro. "A decisão aconteceu pouco depois do próprio Guaidó se autoproclamar presidente durante uma manifestação que reuniu milhares de pessoas em Caracas para protestar contra o ditador Nicolás Maduro", informou a Folha de São Paulo.

Segundo a agência de notícias Reuters, em comunicado, Trump disse que usará "todo o peso do poder diplomático e econômico dos Estados Unidos para pressionar pelo restabelecimento da democracia venezuelana", e encorajou outros governos do Hemisfério Ocidental a também reconhecerem Guaidó.

O que ocorreu na sequência, em Davos, na Suíça, quando o presidente da Colômbia, Iván Duque, que estava acompanhado do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, anunciou que ambos reconheceram a tentativa de golpe de Juan Guaidó. "Os dois e os presidentes do Equador, Lenín Moreno, e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada, passaram cerca de uma hora e meia reunidos antes de fazerem o anúncio", conta a Folha de São Paulo.

A Reuters informou que Juan Guaidó prestou juramento como presidente interino do país durante uma grande manifestação em Caracas. Guaidó, de 35 anos, levantou a mão direita e disse que estava dando esse passo diante de centenas de milhares de venezuelanos em uma região no leste de Caracas. “Juro assumir formalmente as competências do Executivo nacional como presidente interino”, disse Guaidó.


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