28 MAR 2020 | ATUALIZADO 11:35
MOSSORÓ
23/03/2020 18:03
Atualizado
23/03/2020 18:19

Coronavírus: Ginásio Pedro Ciarlini deve ser transformado em hospital de campanha

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No caso de necessidade, o Governo do Estado também autorizou a localização de um hotel para isolar profissionais de saúde que estiverem trabalhando no combate ao coronavírus nas unidades de saúde da cidade
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FOTO: CEDIDA

A Secretaria Estadual de Saúde está procurando, em Mossoró, abrir os leitos suficientes para atender, caso necessário, os pacientes acometidos com coronavírus. Pode ser num hospital já pronto ou instalar um Hospital de Campanha no Ginásio de Esportes Pedro Ciarlini.

Outra busca do Governo do Estado, em Mossoró, através da diretora da II Regional de Saúde, Emiliana Bezerra, é um local que possa hospedar médicos e outros profissionais de saúde numa possível situação de emergência para atender pacientes infectados com o covid-19.

Nesta segunda-feira, 23, ao lado da secretária Saudade Azevedo, da Saúde, em Mossoró, Emiliana Bezerra esteve visitando o Hospital da Polícia Militar, para verificar, com engenheiros e médicos, a possibilidade de adaptar a estrutura para ampliar os leitos em Mossoró.

Nesta primeira visita, ouvindo os médicos e também os engenheiros, Emiliana Bezerra destacou que será preciso muitas obras na unidade, para se conseguir instalar leitos de Unidade de Terapia Intensiva, com respiradores e demais equipamentos.

Em seguida, os profissionais visitaram o Hospital São Luiz, onde conversaram com os proprietários a possibilidade de contratar os leitos de UTI daquela unidade. Em contato com o MOSSORÓ HOJE, a diretoria da unidade informou que tem 10 leitos credenciados ao sus e outros 10 leitos aguardando oportunidade de credenciamento.

Emiliana e Saudade também buscaram informações sobre o novo hospital da Hapvida, que fica por trás do SESC. No local, os profissionais de saúde estavam instalando uma Unidade de Terapia Intensiva nesta segunda-feira, 23, dando início as atividades no novo prédio.

A ideia é ter um local que possa atender a demanda, assim como também um alojamento, que pode ser hotel, para os médicos e outros profissionais de saúde que vão trabalhar durante o pico de atendimento, ficarem em isolados. “Estamos olhando as estruturas e analisando”, diz.


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