09 JUL 2020 | ATUALIZADO 12:36
POLÍCIA
01/06/2020 16:46
Atualizado
01/06/2020 16:47

Pistoleiro temido no Oeste do RN é preso em blitz rotineira no Goiás

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Francisco Gonzaga Veras Neto, o temido Neto de Waldomiro, de Campo Grande (RN), foi preso numa blitz de rotina da Polícia Rodoviária Federal. Ele estava foragido da Justiça do RN havia vários anos. Entre outros crimes, Neto responde pelo assassinato do fazendeiro José Reis de Melo, o Zé Vieira.
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FOTO: DIVULGAÇÃO

Foi preso, por acaso, um dos homens mais procurados pela Polícia do Rio Grande do Norte, no final da tarde deste sábado, 30, na cidade de Porangatu, no Estado do Goiás.

O pistoleiro Francisco Gonzaga Veras Neto, o temido Neto de Waldomiro, de Campo Grande (RN), foi preso numa blitz de rotina da Polícia Rodoviária Federal.

Neto de Waldomiro estava foragido da Justiça do RN havia vários anos. Entre outros crimes, Neto responde pelo assassinato do fazendeiro José Reis de Melo, o Zé Vieira.

Além de Zé Vieira, a mídia noticiou em 2007 que Neto de Waldomiro confessa que matou Rivail Medeiros, em 1991; Zé Vieira, em 2007; e o tratorista Rivaldo, também no ano de 2007.

Do rosário de crimes que é acusado, Neto de Waldomiro só não confessa ter matado Gianine. Neste caso, ele diz que era inimigo, mas quem o matou foram Luizão e Junior Brilhante.

Homem de conversa firme Neto, de Waldomiro explica que matou Zé Vieira porque ela era da família Carneiro, que havia matado, anteriormente, seus primos Vicente e César Veras.

Disse que matou o tratorista Rivaldo, porque este colaborou com a polícia. Os seus principais comparsas no mundo do crime são Barto Galeno e Galego de Antenor (irmãos).

Galego e Bartô Galeno já estão presos no sistema prisional do Rio Grande do Norte, cumprindo dezenas de anos de prisão (julgamentos foram em Mossoró) por crimes de pistolagens.

A confirmação da prisão de Neto de Waldomiro ao MOSSORO HOJE se deu através da Assessoria de Comunicação da Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

A Secretária de Segurança Pública do Rio Grande do Norte estuda a possibilidade de trazer o preso para ser levado a julgamento e cumprir a prisão no Estado.


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