08 MAI 2021 | ATUALIZADO 18:16
SAÚDE
04/05/2021 22:36
Atualizado
05/05/2021 10:56

“Equipe Maravilhosa”, diz Seu Roberto emocionado ao receber alta no HSL

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Além do areia Branquense Roberto Lino, outro da mesma cidade, Francisco Manoel Figueiredo, de 64 anos, também recebeu alta. Haviam ainda quatro mossoroenses e um baraunense. A informação foi confirmada pela Coordenadora de Enfermagem Alexcia Morais, que enfatizou a alegria de toda a equipe com a superação dos pacientes a covid19.
Imagem 1 -  “Equipe Maravilhosa”, diz Seu Roberto emocionado ao receber alta no HSL. Além do areia Branquense Roberto Lino, outro da mesma cidade, Francisco Manoel Figueiredo, de 64 anos, também recebeu alta. Haviam ainda quatro mossoroenses e um baraunense. A informação foi confirmada pela Coordenadora de Enfermagem Alexcia Morais, que enfatizou a alegria de toda a equipe com a superação dos pacientes a covid19.
“Equipe Maravilhosa”, diz Seu Roberto emocionado ao receber alta no HSL. Além do areia Branquense Roberto Lino, outro da mesma cidade, Francisco Manoel Figueiredo, de 64 anos, também recebeu alta. Haviam ainda quatro mossoroenses e um baraunense. A informação foi confirmada pela Coordenadora de Enfermagem Alexcia Morais, que enfatizou a alegria de toda a equipe com a superação dos pacientes a covid19.

A equipe médica do Hospital São Luiz deu alta a sete pacientes na tarde desta terça-feira, em Mossoró-RN. A informação foi confirmada pela Coordenadora de Enfermagem Alexcia Morais, que enfatizou a alegria de toda a equipe com a superação dos pacientes a covid19.

A enfermeira Alexcia Morais destacou que os pacientes, em sua grande maioria com mais de 60 anos, alguns já vacinados, receberam os cuidados médicos na UTI e enfermaria. Passaram por cateter nasal e máscara de oxigênio, além da medicação prevista no protocolo covid19.

Quatro, dos sete pacientes residem em Mossoró, um é de Baraúna e dois são do município de Areia Branca. Um dos pacientes de Mossoró tem 70 anos e outro 64 anos. Já receberam, ao menos, uma dose da vacina contra a covid19. Os outros dois, um tem 42 e outro 43.

Seu Roberto Lino França, de 67 anos, deixou o hospital chorando. “Muito obrigado por tudo. Vocês são uma equipe maravilhosa, muito obrigado por tudo”, disse ao deixar a ala de enfermaria, aplaudido pelos servidores da unidade, amigos e familiares.

De Mossoró, Seu Hercules Amorim Mota, de 64 anos, passou 10 dias na Unidade de Terapia Intensiva e 4 dias na unidade de enfermaria. Também saiu muito emocionado, sob os aplausos dos servidores do Hospital São Luiz, familiares e amigos na porta do hospital.


O São Luiz


A equipe do Hospital São Luiz já cuidou de mais de  quase 1.700 pacientes covid19. Atualmente são 50 leitos de UTI instalados, sendo que 39 ocupados e 11 leitos bloqueados por falta de medicamentos no mercado que se possa comprar para tratar os pacientes.

A unidade está sob administração da direção geral da APAMIM, desde o dia 1o de maio de 2020, ou seja, a  1 ano e 4 dias. É custeado com recursos do Ministério da Saúde, com contra partida do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Atualmente, a direção da APAMIM, devido a escassez de medicamentos como  Propofol (sedativo) e Rocurônio (relaxante muscular), está sendo obrigada a bloquear leitos até que se consiga comprar estes medicamentos e ou o Governo Federal enviar.

A falta de medicamento se dá pelo fato de todas as UTIs covid19 do País estarem lotadas, todas consumindo altas doses de sedativos e relaxantes musculares. Para piorar o quadro, no dia 19 de março passado, o Governo Federal requereu toda a produção nacional de sedativos e relaxantes, assumindo, a partir daquele momento a obrigação de pegar estes medicamentos dos fabricantes e distribuir em todos os hospitais do País.

No entanto, estes medicamentos não estão chegando em quantidade para atender a demanda de consumo dos 50 pacientes em leito de UTI e outros 25 em leitos de enfermaria do Hospital São Luiz, em Mossoró, assim como no Hospital Maternidade Almeida Castro, também gerida pela APAMIM.

A escassez destes dois medicamentos fez os preços dispararem no mercado de forma absurda e criminosa com quem ainda tem estoque. Uma ampola de Propofol, que custava 5 reais em janeiro de 2021, hoje custa de 70 a 140 reais. E cada paciente intubado, em média, precisa de 20 ampolas de Propofol por dia. O preço do Rocurônio também subiu da mesma forma.

Notas

Posto JP Fevereiro de 2021

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