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EDUCAÇÃO
21/12/2023 18:36
Atualizado
21/12/2023 18:36

Ufersa assina convênio com a Agência Espacial Brasileira e a Universidade Mackenzie

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O Acordo de Cooperação Técnica, assinado nesta quinta-feira (21), objetiva o desenvolvimento e a formação de recursos humanos na área de Geodésia Espacial, contido no Programa Brasileiro de Interferometria de Linha de Base Muito Longa, a partir das operações do Rádio Observatório Espacial do Nordeste (ROEN), localizado na cidade de Eusébio, no Ceará. A reitora da Ufersa considera que a assinatura do convênio com a AEB e a Mackenzie traz para a Universidade um grande diferencial com um impacto imensurável.
Imagem 1 -  Ufersa assina convênio com a Agência Espacial Brasileira e a Universidade Mackenzie. O Acordo de Cooperação Técnica, assinado nesta quinta-feira (21), objetiva o desenvolvimento e a formação de recursos humanos na área de Geodésia Espacial, contido no Programa Brasileiro de Interferometria de Linha de Base Muito Longa, a partir das operações do Rádio Observatório Espacial do Nordeste (ROEN), localizado na cidade de Eusébio, no Ceará. A reitora da Ufersa considera que a assinatura do convênio com a AEB e a Mackenzie traz para a Universidade um grande diferencial com um impacto imensurável.
Ufersa assina convênio com a Agência Espacial Brasileira e a Universidade Mackenzie. O Acordo de Cooperação Técnica, assinado nesta quinta-feira (21), objetiva o desenvolvimento e a formação de recursos humanos na área de Geodésia Espacial, contido no Programa Brasileiro de Interferometria de Linha de Base Muito Longa, a partir das operações do Rádio Observatório Espacial do Nordeste (ROEN), localizado na cidade de Eusébio, no Ceará. A reitora da Ufersa considera que a assinatura do convênio com a AEB e a Mackenzie traz para a Universidade um grande diferencial com um impacto imensurável.
FOTO: DIVULGAÇÃO/AEB

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) deu um importante passo no que se refere a pesquisas aeroespaciais, com a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica sobre Geodesia Espacial, firmado com Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Universidade de Mackenzie.

A assinatura aconteceu nesta quinta-feira (21) durante conferência realizada na Sede da AEB, em Brasília.

A cerimônia contou com a participação do presidente da AEB, Marco Antônio Chamon; a reitora da Ufersa, professora Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira; o reitor da Universidade de Mackenzie, professor Marco Túlio Castro de Vasconcelos, entre outros convidados.

O Acordo de Cooperação Técnica objetiva o desenvolvimento e a formação de recursos humanos na área de Geodésia Espacial, contido no Programa Brasileiro de Interferometria de Linha de Base Muito Longa, a partir das operações do Rádio Observatório Espacial do Nordeste (ROEN), localizado na cidade de Eusébio, no Ceará.

A reitora da Ufersa considera que a assinatura do convênio com a AEB e a Mackenzie traz para a Universidade um grande diferencial com um impacto imensurável.

“Entramos no circuito da ciência e da tecnologia no mais alto nível. Passamos a contar com a chancela de um órgão mundial que trabalha com condições superiores as que as universidades possuem que é a NASA. Esse aval da Agência Espacial Brasileira e da Mackenzie faz toda a diferença”, pontuou a reitora Ludimilla Oliveira.

A professora acrescentou que a Ufersa abriu uma porta do mundo. “A partir de hoje a Ufersa faz parte do mundo da ciência internacional”, ratificou.

A professora adiantou que o próximo passo será na organização do plano de trabalho com ações e a constituição de um núcleo de estudo de pesquisas científicas voltadas para a área espacial, bem como o fortalecimento dos estudos de geodesia.

Outra meta é somar forças com as demais áreas do conhecimento. “Trata-se uma área transversal que pode envolver as demais áreas de atuação da Ufersa. Hoje a nossa Universidade conquista grande avanço tendo a NASA como parceira, um acontecimento de grande importância”, considerou a reitora Ludimilla Oliveira.

Para o presidente da AEB, Marcos Chamon, a assinatura do convênio representa um momento histórico para as instituições envolvidas.

“Precisamos ampliar essas operações, trazendo mais cérebros para esse empreendimento, que traz benefícios para a pesquisa cientifica brasileira que já é de grande nível, beneficiando também os desenvolvimentos tecnológicos na área espacial”, discursou Marcos Chamon. O presidente da AEB também acredita também no potencial das universidades Mackenzie e Ufersa na continuidade do projeto.


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