24 ABR 2024 | ATUALIZADO 18:39
NACIONAL
POR LEANDRO MAZZINI COM WALMOR PARENTE, CAROL PURIFICAÇÃO E TOM CAMILO
26/12/2023 08:35
Atualizado
26/12/2023 18:44

[COLUNA ESPLANADA] Fachin anulou a delação do doleiro Lúcio Funaro

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A delação do famigerado doleiro Lúcio Funaro foi anulada pelo ministro do STF Edson Fachin mês passado, contam fontes do Judiciário. Em março, a Procuradoria Geral da República e o MP entraram com o pedido junto ao gabinete do juiz. O processo corre em sigilo. Desde então, a defesa de Funaro tentou insistentemente medidas procrastinatórias, sem sucesso. O próximo passo é “enquadrar” o delator, sob risco de ele voltar à cadeia. Essa medida muda o jogo para Eduardo Cunha, um dos principais prejudicados pela delação e já absolvido. Porque abre caminho para ele processar a União. É outra derrota da Operação Lava Jato.
Imagem 1 -  [COLUNA ESPLANADA] A delação do famigerado doleiro Lúcio Funaro foi anulada pelo ministro do STF Edson Fachin mês passado, contam fontes do Judiciário. Em março, a Procuradoria Geral da República e o MP entraram com o pedido junto ao gabinete do juiz. O processo corre em sigilo. Desde então, a defesa de Funaro tentou insistentemente medidas procrastinatórias, sem sucesso. O próximo passo é “enquadrar” o delator, sob risco de ele voltar à cadeia. Essa medida muda o jogo para Eduardo Cunha, um dos principais prejudicados pela delação e já absolvido. Porque abre caminho para ele processar a União. É outra derrota da Operação Lava Jato.
[COLUNA ESPLANADA] A delação do famigerado doleiro Lúcio Funaro foi anulada pelo ministro do STF Edson Fachin mês passado, contam fontes do Judiciário. Em março, a Procuradoria Geral da República e o MP entraram com o pedido junto ao gabinete do juiz. O processo corre em sigilo. Desde então, a defesa de Funaro tentou insistentemente medidas procrastinatórias, sem sucesso. O próximo passo é “enquadrar” o delator, sob risco de ele voltar à cadeia. Essa medida muda o jogo para Eduardo Cunha, um dos principais prejudicados pela delação e já absolvido. Porque abre caminho para ele processar a União. É outra derrota da Operação Lava Jato.
CHARGE: IZÂNIO FAÇANHA
COLUNA ESPLANADA

Leandro Mazzini

com Walmor Parente, Carol Purificação e Tom Camilo


BRASÍLIA, TERÇA-FEIRA, 26 DE DEZEMBRO DE 2023 - Nº 3.778

Outra enterrada

A delação do famigerado doleiro Lúcio Funaro foi anulada pelo ministro do STF Edson Fachin mês passado, contam fontes do Judiciário. Em março, a Procuradoria Geral da República e o MP entraram com o pedido junto ao gabinete do juiz. O processo corre em sigilo. Desde então, a defesa de Funaro tentou insistentemente medidas procrastinatórias, sem sucesso. O próximo passo é “enquadrar” o delator, sob risco de ele voltar à cadeia. Essa medida muda o jogo para Eduardo Cunha, um dos principais prejudicados pela delação e já absolvido. Porque abre caminho para ele processar a União. É outra derrota da Operação Lava Jato.

A respeito da nota publicada, o advogado Pedro Jaguaribe, da defesa de Lúcio Funaro, esclarece que "as notícias veiculadas (…) não são verdadeiras. Não é demais relembrar que o processo em curso perante o Supremo Tribunal Federal encontra-se gravado de sigilo, de modo que esta defesa não irá se pronunciar sobre qualquer assunto a ele relacionado (…)”. A reportagem ratifica que ouviu de três diferentes fontes do Judiciário o supracitado.

Na moita

Só foi ser inocentado pelo TSE, dois dias depois o ex-deputado Neri Geller (PP-MT) foi nomeado pelo chefe da Casa Civil, Rui Costa, no último dia 21, como Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. Ele sonha voltar a ser ministro se Carlos Fávaro sair na esperada minirreforma do 1º semestre. Tem padrinhos fortes para isso.

Ferida pessoal

Um trecho na página 140 na biografia do finado Edmond Safra, “A jornada de um banqueiro”, de Daniel Gross, explica o porquê de o Banco Safra contrariar outros parceiros e recusar, ainda, o plano oferecido pela devedora Americanas. Está no gene da instituição secular: “Para os grandes bancos, as perdas eram simplesmente parte do negócio. Para Edmond, cada uma delas era uma ferida pessoal”.

Na planície

Quem o visita sai com a impressão de que o ministro Alexandre Padilha, da articulação do Palácio, anda cansado e quer descer à planície. Deputado federal eleito, ele almeja ser o Líder do Governo na Câmara no lugar de José Guimarães (PT-CE). Quer se credenciar junto aos prefeitos para o Senado ou Governo de São Paulo. Seu plano B é o Planejamento, mas tem outra na fila para esta pasta: Miriam Belchior.

Porteira aberta

Carlos Goulart, secretário da poderosa Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, está com a porteira aberta para deixar a vaga, conta a rádio corredor da pasta. O setor anda insatisfeito com sua atuação, que prestigia muito a proteína vegetal. Goulart é protegido de Carlos Ernesto Augustin, irmão de Arno Augustin, ex-Tesouro.

Gelada do campo

A cerveja artesanal ganha a cada dia mais destaque com um viés social. Premiada como a melhor cerveja do Brasil neste setor, a Colombina, de Goiânia, vai lançar uma cerveja à base de fermento de mandioca. É projeto de fomento a agricultura familiar.

ESPLANADEIRA

#  Ministério da Agricultura determina recolhimento de 12 lotes de azeites de oliva impróprios para o consumo. # MCom viabiliza doação de 23 mil computadores da Caixa para escolas públicas. # Sesc RJ leva exposição “Uma viagem pelo coração” ao Park Shopping Campo Grande (MS). # Censo 2022 indica que o Brasil se tornou um País mais feminino com 96,9 homens para cada 100 mulheres. # Vale e Imazon firmam parceria para estender o Índice de Progresso Social na Amazônia. # Governo do Rio anuncia redução média de 4,39% do IPVA em 2024.

Notas

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