24 ABR 2026 | ATUALIZADO 13:59
POLÍCIA
15/07/2025 18:41
Atualizado
15/07/2025 18:49

Artesão será julgado nesta quarta por matar o vizinho com tiro de doze

Segundo apurou a polícia, a vítima Antônio Epaminondas teria ficado sabendo pelo vizinho conhecido por Rosemberg que o réu Ivanildo Jales havia dito que a esposa dele era vagabunda e que ele queria dá uma de crente. Com este enredo, Epaminondas foi na casa de Ivanildo e jogou uma pedra na porta, ocasião que sofreu o tiro e morreu. O julgamento deve começar às 9 horas, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, em Mossoró-RN.
Segundo apurou a polícia, a vítima Antônio Epaminondas teria ficado sabendo pelo vizinho conhecido por Rosemberg que o réu Ivanildo Jales havia dito que a esposa dele era vagabunda e que ele queria dá uma de crente. Com este enredo, Epaminondas foi na casa de Ivanildo e jogou uma pedra na porta, ocasião que sofreu o tiro e morreu. O julgamento deve começar às 9 horas, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, em Mossoró-RN.
Foto: Pedro Cezar

O artesão Ivanildo Jales de Macedo, de 28 anos, será julgado, nesta quarta-feira, 16, pela sociedade mossoroense por matar o vizinho, o pintor Antônio Epaminondas da Silva filho, por volta de 12 horas do dia 17 de maio de 2022, no bairro Santo Antônio, em Mossoró-RN.

A Polícia apurou que um cidadão conhecido por Rosemberg teria dito à vítima que o denunciado havia chamado sua companheira de vagabunda e que Ivanildo queria dar uma de crente. Diante desta informação, Epaminondas foi a casa do Ivanildo.

Arremessou uma pedra na porta e os dois trocaram acusações. Ivanildo sacou uma arma de grosso calibre e abriu fogo, matando o vizinho com um tiro na região do tórax. A viúva da vítima, Myrtes Mires Costa, é testemunha ocular do fato.

Ao ser ouvido sobre os fatos, Ivanildo Jales de Macedo não nega que atirou em Epaminondas. Pelo contrário, confessa. Explica, no entanto, que o fez porque havia sido ameaçado de morte pela vítima. Ele relatou, também, que a vítima tinha ciúmes dele com a esposa.

Diante dos fatos apresentados durante as audiências de instrução, o juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, determinou que o caso fosse julgado pela sociedade mossoroense, respeitando os pareceres do Ministério Público Estadual e também da defesa.

O julgamento foi agendado para 5ª sessão de julgamento da 2ª Reunião do Tribunal do Júri Popular de 2025, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins. Os trabalhos devem começar por volta das 9 horas da manhã, com o sorteio dos sete jurados.

Em seguida, poderá acontecer ou não o depoimento de testemunha e do réu Ivanildo Jales. Após as outivas, o promotor de justiça Armando Lúcio Ribeiro está escalado pelo Ministério Público Estadual para atuar na acusação ano Plenário do Tribunal do Júri Popular.

Na defesa da vítima está inscrito o advogado José Carlos de Santana Câmara. Concluído os debates, o juiz presidente Vagnos Kelly convoca os jurados a sala secreta e vota os quesitos propostos em plenário, para condenar ou absolver o réu do crime de assassinato.

O júri está previsto de terminar por volta de meio-dia.

Resultado do juri desta terça-feira, 15

O réu Jessé Arruda da Silva foi condenado a seis anos de prisão pelo assassinato do vizinho da sogra Antônio Carleano de Queiroz, crime este ocorrido no dia  3 de abril de 2021, no final da tarde, no bairro Santo Antônio, em Mossoró-RN.

Notas

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