29 MAI 2026 | ATUALIZADO 12:04

COLUNA ESPLANADA

  A PF fecha o cerco. Ao convocar para depor o protagonista ainda preservado do maior escândalo financeiro da História do Brasil, Augusto Lima, o caso Master e o Estado da Bahia entram no centro do furacão. Guga Lima é dono do Credcesta, que era o maior negócio do Master na área de consignados. Não há como Vorcaro explodir e Lima não cair junto. Neste ponto entra sua rede de advogados, especialmente Eugênio Kruschevsky e Ana Patrícia Dantas Leão. O que chama atenção no caso da Bahia é que a banca de Kruschewxky foi o 4º que mais recebeu honorários entre todos do Master a nível nacional. O dono do 2º colocado está preso.
[COLUNA ESPLANADA] O caso Master e o Estado da Bahia entram no centro do furacão

29/05/2026 07:11

A PF fecha o cerco. Ao convocar para depor o protagonista ainda preservado do maior escândalo financeiro da História do Brasil, Augusto Lima, o caso Master e o Estado da Bahia entram no centro do furacão. Guga Lima é dono do Credcesta, que era o maior negócio do Master na área de consignados. Não há como Vorcaro explodir e Lima não cair junto. Neste ponto entra sua rede de advogados, especialmente Eugênio Kruschevsky e Ana Patrícia Dantas Leão. O que chama atenção no caso da Bahia é que a banca de Kruschewxky foi o 4º que mais recebeu honorários entre todos do Master a nível nacional. O dono do 2º colocado está preso.

  Com um Congresso Nacional fortemente patronal, a exceção será a Câmara dos Deputados, por acordos que só os presidentes Lula da Silva e o da Câmara, Hugo Motta, sabem. Na Casa Alta, a história é outra. E não tem a ver com a rabugice do presidente Davi Alcolumbre em relação ao Palácio. O Senado é constitucionalmente representante dos Estados, cujos governadores estão super pressionados pelos empresários, dos pequenos aos magnatas. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Dificilmente a PEC do fim da escala 6 x 1 vai avançar no Senado

28/05/2026 08:10

Com um Congresso Nacional fortemente patronal, a exceção será a Câmara dos Deputados, por acordos que só os presidentes Lula da Silva e o da Câmara, Hugo Motta, sabem. Na Casa Alta, a história é outra. E não tem a ver com a rabugice do presidente Davi Alcolumbre em relação ao Palácio. O Senado é constitucionalmente representante dos Estados, cujos governadores estão super pressionados pelos empresários, dos pequenos aos magnatas. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

  As obras começaram no Governo Jair Bolsonaro, mas foram paralisadas antes do fim da gestão. O DNIT as retomou no final de 2024 e agora promete entregar metade delas ainda este ano. São pelo menos três viadutos e duplicação de pistas. No Norte, o Ministério dos Transportes acaba de liberar quatro licitações para pavimentar e melhorar a BR-319, que corta Rondônia até Manaus, e eixo de escoamento da forte agropecuária de Rondônia para o Centro-Oeste. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Lula se aproximar do agronegócio investindo pesado na BR 020

27/05/2026 00:00

As obras começaram no Governo Jair Bolsonaro, mas foram paralisadas antes do fim da gestão. O DNIT as retomou no final de 2024 e agora promete entregar metade delas ainda este ano. São pelo menos três viadutos e duplicação de pistas. No Norte, o Ministério dos Transportes acaba de liberar quatro licitações para pavimentar e melhorar a BR-319, que corta Rondônia até Manaus, e eixo de escoamento da forte agropecuária de Rondônia para o Centro-Oeste. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

  A revelação foi feita pelo presidente do órgão, delegado federal Ricardo Saadi, no Fórum Esfera do Guarujá (SP) no sábado. “O Coaf recebe 30 mil comunicações por dia sobre movimentações suspeitas; são 7,5 milhões por ano”, pontuou Saadi, que emendou com o que as autoridades já sabem sobre o modus operandi das facções criminosas: “A partir da pandemia do Covid, o que antes era feito para lavar dinheiro, hoje é usado para diversificar investimentos”. Ou seja, em negócios legais.
[COLUNA ESPLANADA] COAF vai intensificar o combate a lavage de dinheiro

26/05/2026 07:55

A revelação foi feita pelo presidente do órgão, delegado federal Ricardo Saadi, no Fórum Esfera do Guarujá (SP) no sábado. “O Coaf recebe 30 mil comunicações por dia sobre movimentações suspeitas; são 7,5 milhões por ano”, pontuou Saadi, que emendou com o que as autoridades já sabem sobre o modus operandi das facções criminosas: “A partir da pandemia do Covid, o que antes era feito para lavar dinheiro, hoje é usado para diversificar investimentos”. Ou seja, em negócios legais.

  De André Esteves, CEO do BTG Pactual, um dos maiores bancos da América do Sul, alertando para a gastança do Governo atual: “O Brasil não está voando, está na pista ainda. O que o segura na pista é a taxa de juros”. E explicou os desafios da gestão: “Não é corte de gastos nem de programas sociais. São medidas de contenção de gastos, fazer os juros (Selic) saírem de 15% para 7% ou 8%”. Já Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, saiu em defesa do Governo Lula III. Acusou em parte as decisões do Governo anterior: “Só o orçamento do Fundeb são R$ 40 bilhões a mais na conta”. Lembrou também a falta de transparência sobre as emendas impositivas dos parlamentares. Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União, frisou a responsabilidade fiscal: “Se um presidente faz um programa que estoure o caixa, ele sofre um impeachment”. As declarações foram feitas no Fórum Esfera do Guarujá (SP) no último sábado.
[COLUNA ESPLANADA] O que segura o Brasil na pista "é a taxa de juros", diz André Esteves

25/05/2026 08:41

De André Esteves, CEO do BTG Pactual, um dos maiores bancos da América do Sul, alertando para a gastança do Governo atual: “O Brasil não está voando, está na pista ainda. O que o segura na pista é a taxa de juros”. E explicou os desafios da gestão: “Não é corte de gastos nem de programas sociais. São medidas de contenção de gastos, fazer os juros (Selic) saírem de 15% para 7% ou 8%”. Já Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, saiu em defesa do Governo Lula III. Acusou em parte as decisões do Governo anterior: “Só o orçamento do Fundeb são R$ 40 bilhões a mais na conta”. Lembrou também a falta de transparência sobre as emendas impositivas dos parlamentares. Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União, frisou a responsabilidade fiscal: “Se um presidente faz um programa que estoure o caixa, ele sofre um impeachment”. As declarações foram feitas no Fórum Esfera do Guarujá (SP) no último sábado.


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