11 AGO 2022 | ATUALIZADO 17:30

COLUNA ESPLANADA

  [COLUNA ESPLANADA] Faltavam eles: Jair Bolsonaro (PL) e o vice Braga Netto. Ontem ambos divulgaram no site do TSE seus patrimônios declarados. O presidente da República listou 13 bens, entre eles quatro casas e um apartamento, no valor total de R$ 2.317.554,73 – diferença de pouco mais de R$ 30 mil do oficializado em 2018. Já o vice na chapa, General Braga Netto, declarou oito bens, cuja lista cita, entre outros itens, dois apartamentos e R$ 43.694,13 em conta corrente no exterior. No total, R$ 1.631.986,81. O candidato mais rico é Felipe D'avila (NOVO), com R$ 24.619.627,66 declarados. Em segundo lugar está o ex-presidente Lula (PT), com R$ 7.423.725,78; seguido de Ciro Gomes (PDT) – com R$ 3.039.761,97 – e Simone Tebet (MDB), que possui R$ 2.323.735,38. Sofia Manzano (PCB) declarou R$ 498.000; Vera Lucia (PSTU) tem R$ 8.805,00; e Leonardo Péricles (UP), o mais humilde, módicos R$ 197,31 numa conta.
[COLUNA ESPLANADA] Bolsonaro e Braga Netto declaram seus patrimônios ao TSE

11/08/2022 09:49

Faltavam eles: Jair Bolsonaro (PL) e o vice Braga Netto. Ontem ambos divulgaram no site do TSE seus patrimônios declarados. O presidente da República listou 13 bens, entre eles quatro casas e um apartamento, no valor total de R$ 2.317.554,73 – diferença de pouco mais de R$ 30 mil do oficializado em 2018. Já o vice na chapa, General Braga Netto, declarou oito bens, cuja lista cita, entre outros itens, dois apartamentos e R$ 43.694,13 em conta corrente no exterior. No total, R$ 1.631.986,81. O candidato mais rico é Felipe D'avila (NOVO), com R$ 24.619.627,66 declarados. Em segundo lugar está o ex-presidente Lula (PT), com R$ 7.423.725,78; seguido de Ciro Gomes (PDT) – com R$ 3.039.761,97 – e Simone Tebet (MDB), que possui R$ 2.323.735,38. Sofia Manzano (PCB) declarou R$ 498.000; Vera Lucia (PSTU) tem R$ 8.805,00; e Leonardo Péricles (UP), o mais humilde, módicos R$ 197,31 numa conta.

  [COLUNA ESPLANADA] Três candidatos à Presidência da República tiveram um incremento considerável de patrimônio desde a última eleição que disputaram um cargo: Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB). Os presidenciáveis já começaram a declarar os valores dos seus patrimônios para o Tribunal Superior Eleitoral, como de praxe no início de campanha. Nas eleições de 2006, Lula listou 16 bens com valor de R$ 839.033,52. Esta semana, listou 23 bens que, somados, chegam a R$ 7.423.725,78. Em 2018 na disputa presidencial Ciro listou 14 bens num total de R$1.695.203,15; agora são 17 bens que chegam a R$3.039.761,97. E Tebet, que disputou o Senado em 2014, enumerou 16 bens ao valor de R$ 1.575.566,39; este ano caiu para 14 bens, porém com valor maior, de R$ 2.323.735,38. Dentre os concorrentes, até o momento, o mais rico é Felipe D'avila (NOVO), com R$ 24.619.627,66 declarados.
[COLUNA ESPLANADA] Declarações mostram incremento considerável em patrimônio de candidatos

10/08/2022 10:35

Três candidatos à Presidência da República tiveram um incremento considerável de patrimônio desde a última eleição que disputaram um cargo: Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB). Os presidenciáveis já começaram a declarar os valores dos seus patrimônios para o Tribunal Superior Eleitoral, como de praxe no início de campanha. Nas eleições de 2006, Lula listou 16 bens com valor de R$ 839.033,52. Esta semana, listou 23 bens que, somados, chegam a R$ 7.423.725,78. Em 2018 na disputa presidencial Ciro listou 14 bens num total de R$1.695.203,15; agora são 17 bens que chegam a R$3.039.761,97. E Tebet, que disputou o Senado em 2014, enumerou 16 bens ao valor de R$ 1.575.566,39; este ano caiu para 14 bens, porém com valor maior, de R$ 2.323.735,38. Dentre os concorrentes, até o momento, o mais rico é Felipe D'avila (NOVO), com R$ 24.619.627,66 declarados.

  [COLUNA ESPLANADA] O presidente Jair Bolsonaro (PL) tentou criar uma rede nacional de noticiário simpática ao seu Governo. O projeto envolveria uma redação em Brasília e jornalistas pagos com baixos salários. A ideia foi levada a ele por um pequeno grupo de donos de jornais e emissoras das regiões Sul e Centro-Oeste, há dois anos. Houve tratativas, sem sucesso, quando viram que o Palácio do Planalto não colocaria um centavo de publicidade no projeto.
[COLUNA ESPLANADA] Bolsonaro tenta criar rede nacional de noticiário simpática ao seu Governo

09/08/2022 11:14

O presidente Jair Bolsonaro (PL) tentou criar uma rede nacional de noticiário simpática ao seu Governo. O projeto envolveria uma redação em Brasília e jornalistas pagos com baixos salários. A ideia foi levada a ele por um pequeno grupo de donos de jornais e emissoras das regiões Sul e Centro-Oeste, há dois anos. Houve tratativas, sem sucesso, quando viram que o Palácio do Planalto não colocaria um centavo de publicidade no projeto.

  [COLUNA ESPLANADA] Dono da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, que fez delação premiada para sair da cadeia, entrou em apuros novamente com o Ministério Público e a Justiça do Rio de Janeiro – e isso pode lhe custar a liberdade. O MP investiga suposta fraude no acordo envolvendo transação de créditos de R$ 375 milhões que Cavendish deu como garantia para se safar da cela. Antes da delação, ele vendeu créditos a receber em obras para a empresa Allianza Infraestrutura do Brasil S/A, de um grupo espanhol. Para não ser preso, Cavendish teria pedido aos parceiros empréstimo antecipado neste valor. Agora, a Allianza recorreu à Justiça para receber o dinheiro e esbarra no acordo de delação. O caso está na 7ª Vara Criminal da Seção Judiciária e se chegar ao juiz Marcelo Bretas, Cavendish pode ter a delação anulada. Procurado, o empresário não deu retorno.
[COLUNA ESPLANADA] Cavendish novamente em apuros o Ministério Público e a Justiça do RJ

08/08/2022 10:56

Dono da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, que fez delação premiada para sair da cadeia, entrou em apuros novamente com o Ministério Público e a Justiça do Rio de Janeiro – e isso pode lhe custar a liberdade. O MP investiga suposta fraude no acordo envolvendo transação de créditos de R$ 375 milhões que Cavendish deu como garantia para se safar da cela. Antes da delação, ele vendeu créditos a receber em obras para a empresa Allianza Infraestrutura do Brasil S/A, de um grupo espanhol. Para não ser preso, Cavendish teria pedido aos parceiros empréstimo antecipado neste valor. Agora, a Allianza recorreu à Justiça para receber o dinheiro e esbarra no acordo de delação. O caso está na 7ª Vara Criminal da Seção Judiciária e se chegar ao juiz Marcelo Bretas, Cavendish pode ter a delação anulada. Procurado, o empresário não deu retorno.

  [COLUNA ESPLANADA] Erros técnicos no julgamento que levam à nulidade da condenação de quatro pessoas no caso da Boate Kiss, onde morreram mais de 200 pessoas, são um espelho de um Brasil que não dá certo – até no Judiciário. É o mesmo País cuja Lei permite a “saidinha” de presos em feriados, os quais muitos cometem mais crimes. É onde uma menina de 10 anos sai para comprar pão e não volta, vítima de estupro. O País em que bêbados ao volante atropelam, matam, e vão para casa dormir sem punições na mesma noite – uns até sem pagar fiança. É onde políticos condenados com provas ganham nova chance de disputar eleições (em diferentes esferas de Poder) e ladrões de colarinho se sentem no direito de pedir dinheiro roubado de volta. O Brasil em que um chefe da nação diz “e daí, lamento” - em vez de dar exemplo público no combate à pandemia. Aqui se usa mais de R$ 5 bilhões de verba do cidadão para convencê-lo a votar em alguém, com a certeza de que é um fundo perdido. No Brasil, fala-se muito em direitos, e quase nada nos deveres. Além de uma reforma do Código Penal e da reforma política, o Brasil precisa urgente de uma reforma cultural. A reflexão é urgente, a reinvenção é necessária.
[COLUNA ESPLANADA] Erros técnicos levam à nulidade da condenações no caso da Boate Kiss

05/08/2022 10:06

Erros técnicos no julgamento que levam à nulidade da condenação de quatro pessoas no caso da Boate Kiss, onde morreram mais de 200 pessoas, são um espelho de um Brasil que não dá certo – até no Judiciário. É o mesmo País cuja Lei permite a “saidinha” de presos em feriados, os quais muitos cometem mais crimes. É onde uma menina de 10 anos sai para comprar pão e não volta, vítima de estupro. O País em que bêbados ao volante atropelam, matam, e vão para casa dormir sem punições na mesma noite – uns até sem pagar fiança. É onde políticos condenados com provas ganham nova chance de disputar eleições (em diferentes esferas de Poder) e ladrões de colarinho se sentem no direito de pedir dinheiro roubado de volta. O Brasil em que um chefe da nação diz “e daí, lamento” - em vez de dar exemplo público no combate à pandemia. Aqui se usa mais de R$ 5 bilhões de verba do cidadão para convencê-lo a votar em alguém, com a certeza de que é um fundo perdido. No Brasil, fala-se muito em direitos, e quase nada nos deveres. Além de uma reforma do Código Penal e da reforma política, o Brasil precisa urgente de uma reforma cultural. A reflexão é urgente, a reinvenção é necessária.


Notas

UNP 27 de junho de 2022

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