06 AGO 2026 | ATUALIZADO 20:13

NACIONAL

  [COLUNA ESPLANADA] A vitória do senador Sergio Moro (União-PR) na ação que julgava sua cassação no TSE deu a ele um novo fôlego para retomar a agenda de combate à corrupção no Senado. À Coluna, comemora o fim das chamadas “saidinhas” de alguns apenados, e prevê novos avanços na pauta contra a violência, embora veja com preocupação a análise do PL na Câmara, proposto pelo PT, que prevê o fim da delação premiada para detentos.
[COLUNA ESPLANADA] PSD deve realizar homenagem nos dez anos da morte de Eduardo Campos

14/06/2024 08:32

A vitória do senador Sergio Moro (União-PR) na ação que julgava sua cassação no TSE deu a ele um novo fôlego para retomar a agenda de combate à corrupção no Senado. À Coluna, comemora o fim das chamadas “saidinhas” de alguns apenados, e prevê novos avanços na pauta contra a violência, embora veja com preocupação a análise do PL na Câmara, proposto pelo PT, que prevê o fim da delação premiada para detentos.

  Deputados decidem tornar crime hediondo homicídio praticado em escolas. O projeto de lei, que também aumenta a pena de homicídio e lesão corporal praticados em instituição de ensino em certas situações, foi aprovado na Câmara, nesta quarta-feira (12). O texto agora segue para análise dos Senadores. De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei 3613/23, foi aprovado na forma do substitutivo do relator, deputado Jorge Goetten (PL-SC). Segundo o texto, a pena padrão de reclusão de 6 a 20 anos pode ser aumentada em 1/3 se o homicídio na instituição de ensino for cometido contra pessoa com deficiência ou com doença que acarrete condição limitante ou de vulnerabilidade física ou mental; saiba mais.
Deputados decidem tornar crime hediondo homicídio praticado em escolas

13/06/2024 17:36

O projeto de lei, que também aumenta a pena de homicídio e lesão corporal praticados em instituição de ensino em certas situações, foi aprovado na Câmara, nesta quarta-feira (12). O texto agora segue para análise dos Senadores. De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei 3613/23, foi aprovado na forma do substitutivo do relator, deputado Jorge Goetten (PL-SC). Segundo o texto, a pena padrão de reclusão de 6 a 20 anos pode ser aumentada em 1/3 se o homicídio na instituição de ensino for cometido contra pessoa com deficiência ou com doença que acarrete condição limitante ou de vulnerabilidade física ou mental; saiba mais.

  [COLUNA ESPLANADA] Os palacianos tentam controlar uma crise que pode descerrar a cortina que esconde má convivência entre alguns dos pares. Depois de forçar a exoneração do ex-presidente da Petrobras, embora oficialmente negue, o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, mira agora Marina Silva, do Meio Ambiente. A batalha é sobre a exploração de petróleo na Amazônia Equatorial. Um deles deve cair até ano que vem. Marina não quer liberar as licenças para as petroleiras. Silveira, ao lado dos governadores – em especial do Amapá e Pará – cita práticas mais eficientes e sustentáveis na exploração e o bilionário retorno sócio-econômico que os Estados poderão obter. No Governo, o que está decidido é que o mercado fala mais alto, e os Estados precisam do retorno.
[COLUNA ESPLANADA] Ministro de Minas e Energia mira agora Marina Silva, do Meio Ambiente

13/06/2024 09:00

Os palacianos tentam controlar uma crise que pode descerrar a cortina que esconde má convivência entre alguns dos pares. Depois de forçar a exoneração do ex-presidente da Petrobras, embora oficialmente negue, o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, mira agora Marina Silva, do Meio Ambiente. A batalha é sobre a exploração de petróleo na Amazônia Equatorial. Um deles deve cair até ano que vem. Marina não quer liberar as licenças para as petroleiras. Silveira, ao lado dos governadores – em especial do Amapá e Pará – cita práticas mais eficientes e sustentáveis na exploração e o bilionário retorno sócio-econômico que os Estados poderão obter. No Governo, o que está decidido é que o mercado fala mais alto, e os Estados precisam do retorno.

  Ministro das Comunicações é indiciado por suspeita de uso indevido de recursos públicos. Juscelino Filho (União-MA) é suspeito de usar recursos públicos para realizar a pavimentação de estradas que dão acesso a propriedades de sua família na cidade de Vitorino Freire (MA). Ele foi indiciado pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (12). Em nota, o ministro alegou que o caso não tem nenhuma relação com sua atuação à frente do Ministério das Comunicações, mas à indicação de emendas parlamentares, quando exercia o cargo de deputado federal.
Ministro das Comunicações é indiciado por suspeita de uso indevido de recursos públicos

12/06/2024 15:07

Juscelino Filho (União-MA) é suspeito de usar recursos públicos para realizar a pavimentação de estradas que dão acesso a propriedades de sua família na cidade de Vitorino Freire (MA). Ele foi indiciado pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (12). Em nota, o ministro alegou que o caso não tem nenhuma relação com sua atuação à frente do Ministério das Comunicações, mas à indicação de emendas parlamentares, quando exercia o cargo de deputado federal.

  As investigações tiveram início a partir de denúncia do então presidente do partido em desfavor de um ex-dirigente suspeito de desviar aproximadamente R$ 36 milhões. Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão preventiva, 45 mandados de busca e apreensão em dois estados (GO e SP) e no DF, bloqueio e indisponibilidade de R$ 36 milhões e o sequestro judicial de 33 imóveis, deferidos pela Justiça Eleitoral do DF. Os atos de lavagem foram identificados por meio da constituição de empresas de fachada, aquisição de imóveis por meio de interpostas pessoas, superfaturamento de serviços prestados aos candidatos laranjas e ao partido.
PF faz operação contra desvios do fundo partidário e eleitoral nas eleições de 2022

12/06/2024 09:50

As investigações tiveram início a partir de denúncia do então presidente do partido em desfavor de um ex-dirigente suspeito de desviar aproximadamente R$ 36 milhões. Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão preventiva, 45 mandados de busca e apreensão em dois estados (GO e SP) e no DF, bloqueio e indisponibilidade de R$ 36 milhões e o sequestro judicial de 33 imóveis, deferidos pela Justiça Eleitoral do DF. Os atos de lavagem foram identificados por meio da constituição de empresas de fachada, aquisição de imóveis por meio de interpostas pessoas, superfaturamento de serviços prestados aos candidatos laranjas e ao partido.


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