25 JUL 2024 | ATUALIZADO 18:39
POLÍCIA
Da redação
01/01/2017 14:15
Atualizado
14/12/2018 09:10

Criança de 2 anos é estrangulada em Apodi; pais são suspeitos

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Menino está internado na UTI pediátrica da Prefeitura de Mossoró desde a quarta-feira, 28. Médicos suspeitaram que os hematomas foram provocados e acionaram a polícia
Imagem 1 -  Criança de 2 anos é estrangulada em Apodi; pais são suspeitos
Cedida
Uma criança de 2 anos está internada, em coma, na UTI pediátrica da Prefeitura de Mossoró instalada no Hospital Wilson Rosado, desde a última quarta-feira, 28 de dezembro, após dar entrada na unidade com marcas fortes de estrangulamento. Os principais suspeitos são os pais da criança, que são do município de Apodi. 

A informação foi confirmada ao MOSSORÓ HOJE pelo agente da polícia civil, Wilson Filho, na tarde deste domingo, 01. 

Segundo Wilson, ao dar entrada no hospital, a equipe médica desconfiou do tipo de lesão no pescoço da criança e acionou a polícia. Questionados, os pais apresentaram versões diferentes. Primeiro disseram que não sabiam o que teria ocasionado as hematomas e depois que a criança teria caído. Só que, segundo o policial, um cidadão quando cai não fica com hematomas no pescoço.

"A equipe médica desconfiou do tipo de lesão que apontava para estrangulamento da criança, bem como a versão apresentadas pelos pais e suas atitudes totalmente inconsequentes", informou o agente. 

O caso chegou até a 3º equipe da Delegacia de Plantão de Mossoró. Os pais foram até a delegacia para serem ouvidos. 

"O pai estava em contato permanente com parentes de Apodi e estava escondendo a gravidade da situação. A criança se encontra internada em estado muito grave em coma induzido para tenta evitar danos cerebrais", explicou Wilson. 

O agente contou que, durante o depoimento, o casal se limitou a negar que tenha agredido o filho e que não sabia o causou o ferimento. 

"[Estavam] muitos nervosos, dizendo coisas sem nexo", detalhou. 

O relatório da equipe médica apontou também que a criança sofria com desidratação e desnutrição. O laudo apontou maus tratos e asfixia mecânica por estrangulamento. 

O caso já está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Apodi, que tem como titular o delegado Renato Oliveira. 

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