25 JUL 2024 | ATUALIZADO 18:39
POLÍCIA
Da redação
02/01/2017 14:05
Atualizado
14/12/2018 08:56

ITEP realiza exame de corpo de delito em criança de 2 anos estrangulada em Apodi

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Até o momento, os pais são os principais suspeitos do crime, segundo a polícia. Exame foi realizado na tarde desta segunda, 02
Imagem 1 -  ITEP realiza exame de corpo de delito em criança de 2 anos estrangulada em Apodi
Peritos foram ao Hospital Wilson Rosado na tarde desta segunda-feira, 02, realizar exames de corpo de delito na criança de 2 anos que deu entrada na unidade com marcas de estangulamento no pescoço. Os pais são os principais suspeitos do crime, segundo a polícia. Quadro do garoto também apontou desnutrição e desidratação.

O menino de 2 anos está em coma induzido, na UTI pediátrica do hospital, desde a última quarta-feira, 28. O caso veio à tona porque os médicos que atenderam a criança estranharam os hematomas e o comportamento dos pais. 

Os pais devem ser novamente ouvidos pela Polícia Civil. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Apodi, que tem a frente o delegado Renato Oliveira.

Segundo o agente de polícia civil Wilson Fernandes Filho, questionados pelos médicos, os pais apresentaram versões diferentes. Primeiro disseram que não sabiam o que tinha ocasionado os hematomas, e depois que a criança tinha caído. Só que, segundo o policial, um cidadão quando cai não fica com hematomas no pescoço.

O caso chegou até a 3º equipe da Delegacia de Plantão de Mossoró. Os pais foram até a delegacia para serem ouvidos. 

"O pai estava em contato permanente com parentes de Apodi e estava escondendo a gravidade da situação. A criança se encontra internada em estado muito grave em coma induzido para tenta evitar danos cerebrais", explicou Wilson. 

O agente contou que, durante o depoimento, o casal se limitou a negar que tenha agredido o filho e que não sabia o causou o ferimento.

Ao longo desta segunda-feira, 02, o MOSSORÓ HOJE tentou  contato com o delegado Renato Oliveira, de Apodi, mas também obteve êxito. 

O Conselho Tutelar do município também foi contatado, mas as ligações não foram atendidas.
 

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