20 MAI 2026 | ATUALIZADO 23:52
NACIONAL
Da redação
23/02/2017 14:18
Atualizado
13/12/2018 21:52

Rebeliões no RN são citadas em PEC que prevê federalização da segurança pública

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De autoria da senadora Rose de Freitas, proposta transfere policiais militares e bombeiros para a União e incorpora policiais civis à Polícia Federal.
Imagem 1 -  Rebeliões no RN são citadas em PEC que prevê federalização da segurança pública
As recentes rebeliões no Complexo Penitenciário de Alcaçuz, em Nísia Floresta, são citadas como exemplo de um modelo de segurança “exaurido e falido” em Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de autoria da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), que prevê a federalização da segurança pública.

“O número absurdo de mortes violentas intencionais..., o fortalecimento das facções criminosas, as sangrentas rebeliões em presídios do Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte e as greves de policiais militares no Espírito Santo e Rio de Janeiro são sinais gritantes de que nosso atual modelo de segurança pública está exaurido e falido”, justifica Rose em sua PEC.

A Proposta transfere policiais militares e bombeiros para a União e incorpora policiais civis à Polícia Federal. “Os Estados e o Distrito Federal não têm mais condições de suportar sozinhos o peso de garantir a segurança dos cidadãos. O Brasil possui, de um lado, três polícias em nível federal, e, de outro, 27 polícias civis, 27 polícias militares e 27 corpos de bombeiros em nível estadual ou distrital, totalizando 84 órgãos de segurança pública, em geral, desvalorizados, ineficientes e sucateados, que não interagem nem cooperam uns com os outros”, complementa Rose.

Ainda conforme a senadora, a mudança visa à valorização dos policiais civis, policiais militares e bombeiros militares, bem como à racionalização, desburocratização, otimização, uniformização e padronização de estruturas administrativas, procedimentos e equipamentos, “eliminando as redundâncias e os conflitos ocasionados pela existência de 27 estruturas heterogêneas nas Unidades da Federação, sem prejuízo, é claro, da observância das particularidades regionais”, conclui.
 
 

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