12 AGO 2020 | ATUALIZADO 22:24
POLÍCIA
Da redação
31/08/2018 05:03
Atualizado
13/12/2018 22:49

Quadrilha explode caixas do Bradesco e tenta explodir cofre do Correios em Tenente Ananias

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"Ficamos todos com medo. Não é algo que esteja no nosso dia a dia", diz professor em contato com o MOSSORÓ HOJE; Quadrilha usou uma ambulância para obstruir a polícia e fugir na direção da Paraíba
Imagem 1 -  Quadrilha explode caixas do Bradesco e tenta explodir cofre do Correios em Tenente Ananias
Quadrilha fortemente armada invadiu a cidade de Tenente Ananias durante a madrugada (3h20) desta sexta-feira, 31, explodiram os caixas eletrônicos do Bradesco e tentaram fazer o mesmo com o cofre da Agência dos Correios, tendo fugido em seguida com uma quantidade de dinheiro não informado pelo banco. Antes, porém, a quadrilha atirou na frente do destacamento da Policia Militar e usou uma ambulância para obstruir a viatura policial.

A notícia que se tem, repassada aos policiais pelos moradores, é de que a quadrilha fugiu na direção do Estado da Paraíba. Assim como em dezenas de outros ataques realizados em cidades de pequeno porte, a quadrilha espalhou grampos na rodovia para dificultar as diligências policiais. 

Na cidade, os poucos policiais militares que fazem o trabalho preventivo e ostensivo não tiveram como esboçar qualquer reação. A quadrilha era grande e bem armada. Usavam fuzis, espingardas calibre doze e pistolas. Os moradores juntaram as capsulas de fuzis e calibre doze e entregaram a policia. Antes tiraram foto e publicaram nas redes sociais.

Em contato com o MOSSORÓ HOJE, um professor que mora mora na cidade narrou momentos de terror. Ele disse que a quadrilha gritava e atirava muito para o alto e as vezes na direção das casas, deixando os moradores em pânico.

Segundo ele, a quadrilha não queria só assaltar, queriam fazer uma demonstração de poder/força, possivelmente como formar de afastar os poucos policiais e evitar assim um possível confronto. "Queriam meter medo e conseguiram", diz.

"Ficamos todos com medo. Não é algo que esteja no nosso dia a dia. Aqui é uma cidade pequena, tranquila, dormimos cedo e não temos costumes com estas cenas que a gente só consegue ver em filmes de faroeste", narra o professor pedindo para não ter seu nome citado.

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