07 JUL 2020 | ATUALIZADO 08:45
NACIONAL
12/03/2019 07:59
Atualizado
12/03/2019 08:37

Polícia prende no Rio dois suspeitos de matarem Marielle e Anderson

A+   A-  
Ronie Lessa é sargento policial militar reformado e Elcio Vieira de Queiroz foi expulso da Polícia Militar. Os dois foram presos no condomínio onde moram, que é o mesmo do presidente Jair Bolsonaro
Imagem 1 -  Ronni Lessa é sargento reformado e Elcio Queiroz havia sido expulso da PM. Os dois foram presos em casa, no mesmo condomínio que mora o presidente Jair Bolsonaro, no Rio
Ronni Lessa é sargento reformado e Elcio Queiroz havia sido expulso da PM. Os dois foram presos em casa, no mesmo condomínio que mora o presidente Jair Bolsonaro, no Rio

Uma operação conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na madrugada de hoje (12) dois suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018.


Ronie Lessa é sargento policial militar reformado e Elcio Vieira de Queiroz foi expulso da Polícia Militar. A prisão dos suspeitos de executarem a vereadora acontece exatamente na semana que completa um ano do duplo assassinato.

Segundo o Ministério Público, os dois foram denunciados depois de análises de diversas provas. Lessa teria sido o autor dos disparos de arma de fogo e Elcio, o condutor do veículo usado na execução.

De acordo com o MP, o crime foi planejado nos três meses que antecederam os assassinatos.

Operação

Além dos mandados de prisão, a chamada Operação Lume cumpre mandados de busca e apreensão em endereços dos dois acusados, para apreender documentos, telefones celulares, computadores, armas e acessórios.

Na denúncia apresentada à Justiça, o MP também pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa, a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor de Anderson até completar 24 anos de idade.

Segundo o MP, o nome da operação é uma referência a uma praça no Centro do Rio, conhecida como Buraco do Lume, onde Marielle desenvolvia um projeto chamado Lume Feminista.


No local, ela também costumava se reunir com outros defensores dos direitos humanos e integrantes do seu partido, o PSOL. “Além de significar qualquer tipo de luz ou claridade, a palavra lume compõe a expressão 'trazer a lume', que significa trazer ao conhecimento público, vir à luz”, informa a nota.

Imagem 2 -  Polícia prende no Rio dois suspeitos de matarem Marielle e Anderson

Notas

Compra Notebook

Publicidades

Outras Notícias

Deixe seu comentário