08 AGO 2020 | ATUALIZADO 12:22
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05/06/2020 15:18
Atualizado
05/06/2020 15:18

Artista Caboco representa Mossoró em competição nacional de poesia online

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Slam Viral Nacional Online acontece neste sábado (6) e domingo (7), valendo vaga para o Slam Lusófono. Mossoró é a única cidade do Rio Grande do Norte participante desse circuito.
Imagem 1 -
FOTO: CEDIDA

O artista Caboco é o representante de Mossoró no Slam Viral Nacional Online, uma competição nacional de poesia e performance que vai acontecer neste final de semana. Esse evento surgiu da necessidade de suprir as competições de poesia falada (slam) presenciais, devido ao período de isolamento social.

Com isso, slams de todo o Brasil criaram um circuito online e estão envolvidos em uma disputa que acontece entre sábado (6) e domingo (7). O evento poderá ser acompanhado na página www.facebook.com/slam.viral.

Mossoró é a única cidade do Rio Grande do Norte participante desse circuito. Essa competição é classificatória para o Slam Viral do Espaço Lusófono, com países de língua oficial portuguesa, a ser realizada no início de agosto.

Caboco é um artista que vive o hip-hop em sua plenitude. Ele atua como rapper, dançarino de rua, produtor de instrumentais (beatmaker), além de ter realizado diversas oficinas de formação em hip-hop para estudantes.

Além disso, já produziu uma série de vídeoclipes para apresentar os dançarinos de rua da cidade e está na produção de um documentário mostrando a desconhecida história do hip-hop mossoroense, que teve os seus precursores na década de 1980.

A música rap possibilitou o artista Caboco a construir parcerias com rappers de Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Portugal.

Caboco ainda é participante do Slam Mossoró desde a sua fundação, no final de 2017, assumindo inclusive a organização do evento durante um período, para manter o movimento ativo.

“O slam tem um estilo livre, onde eu consigo criar a minha forma de expressar sem necessariamente seguir uma batida como no rap, por isso, é a arte que eu consigo mais expressar o que realmente estou sentindo e sinto-me cada vez mais identificado. Para conseguir repassar de forma performática aquela letra que dói é todo um processo. Já houve muito choro antes. Choro na construção da letra, choro no ensaio, até sair algo bonito que eu consiga ter fôlego para expressar e declamar sem gaguejar. Espero mostrar um pouco de mim e da minha cidade nessa competição nacional”, disse o artista.


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