08 AGO 2020 | ATUALIZADO 12:22
POLÍTICA
ANNA PAULA BRITO
18/06/2020 16:42
Atualizado
18/06/2020 16:43

Weintraub anuncia em sua conta do youtube que está deixando o MEC

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No vídeo publicado nesta quinta-feira (18), onde fez o anúncio com a participação do Presidente, Weintraub que “Sim! Dessa vez, é verdade. Estou saindo do MEC. Eu vou começar a transição agora e, nos próximos dias eu passo o bastão para o ministro que vai ficar no meu lugar, interino ou definitivo”.
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FOTO: REPRODUÇÃO

Abraham Weintraub anunciou que deixará o cargo de Ministro da Educação do Governo Bolsonaro. O anúncio foi feito por meio de um vídeo, publicado no canal do youtube do ministro, nesta quinta-feira (18).

Ao lado do Presidente, Weintraub disse no vídeo, intitulado “Palavras do coração”, que geralmente fala no improviso, mas que havia escrito um texto, que leu em tom de despedida.

“Sim! Dessa vez, é verdade. Estou saindo do MEC. Eu vou começar a transição agora e, nos próximos dias eu passo o bastão para o ministro que vai ficar no meu lugar, interino ou definitivo”.

Weintraub disse que não ia discutir os motivos que o tiraram do cargo, mas que recebeu um convite para ser diretor do banco mundial, cargo que ocupará após deixar o governo. Ele agradeceu ao presidente e diz que segue o apoiando como sempre fez.


Weintraub assumiu o cargo após a saída de Ricardo Vélez Rodríguez, em abril de 2019. Falastrão, principalmente em sua conta do Twitter, vem desde então acumulando desafetos e disputas públicas com diversos grupos sociais, como a comunidade judaica e a representação da China no Brasil.

A crise envolvendo o ministro pirou após a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, no Palácio do Planalto, onde ele chamou os ministro do STF de “vagabundos” e afirmou que todos eles deveriam ser presos.

Essa posição voltou a ser defendida durante uma manifestação contra o STF, da qual Weintraub participou no final de semana.

O Ministro também faz parte do inquérito que investiga a divulgação de fake news contra várias figuras públicas, incluindo, mais uma vez, ministros do supremo.


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