23 JUN 2021 | ATUALIZADO 18:15
NACIONAL
COM INFORMAÇÕES DO G1
05/05/2021 18:22
Atualizado
05/05/2021 18:23

Mais 629 mil doses de vacinas da Pfizer chegam ao Brasil nesta quarta, 5

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O avião com as doses do imunizante teve um atraso na saída de Miami (EUA) e está previsto para chegar ao terminal por volta das 21h. O contrato firmado entre a Pfizer e o governo federal prevê a compra de um total de 100 milhões de doses. No dia 29 de abril, Viracopos recebeu o primeiro lote da vacina da Pfizer, a terceira a ser usada no Brasil, com 1 milhão de imunizantes.
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FOTO: REPRODUÇÃO

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), recebe, na noite desta quarta-feira (5), a segunda remessa de vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech comprada pelo Ministério da Saúde.

O avião com 629 mil doses teve um atraso na saída de Miami (EUA) e está previsto para chegar ao terminal por volta das 21h.

Inicialmente, a previsão era de que a aeronave da companhia aérea de logística UPS chegasse em Campinas às 19h55. O horário foi atualizado pela farmacêutica no início desta tarde.

O contrato firmado entre a Pfizer e o governo federal prevê a compra de um total de 100 milhões de doses. No dia 29 de abril, Viracopos recebeu o primeiro lote da vacina da Pfizer, a terceira a ser usada no Brasil, com 1 milhão de imunizantes.

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As doses da Pfizer precisam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias.

Ainda no ano passado, a empresa disse ter desenvolvido uma embalagem especial com temperatura controlada que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento recomendada.

Ao chegarem às salas de vacinação, as doses serão mantidas a uma temperatura que varia entre 2°C e 8°C, e precisam ser aplicadas na população em um período de até cinco dias.

HISTÓRICO

A vacina da Pfizer/BioNTech foi alvo de recusa e polêmicas dentro do governo federal. Ainda no ano passado, três ofertas formais para venda de 70 milhões de doses foram feitas pela empresa e ficaram sem resposta do Ministério da Saúde.

Também em dezembro, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, descartou a compra da vacina por causa da exigência de armazenamento em baixas temperaturas.

A vacina foi a primeira a obter registro sanitário definitivo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em fevereiro deste ano.

O imunizante pode ser aplicado em pessoas a partir de 16 anos de idade, em duas doses, com intervalo de 21 dias entre elas.


Notas

Posto JP - Maio de 2021

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