28 MAI 2024 | ATUALIZADO 09:58
NACIONAL
POR LEANDRO MAZZINI E WALMOR PARENTE
10/02/2022 08:18
Atualizado
21/02/2022 11:02

[COLUNA ESPLANADA] Declarações de Kataguiri sobre nazismo mina a aliança de Moro com o MBL

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A trapalhada do deputado Kim Kataguiri ao dizer que a Alemanha não deveria ter criminalizado os partidos nazistas mina a aliança de Sergio Moro com o Movimento Brasil Livre (MBL) para as eleições de outubro. Kim personifica o Movimento e será difícil agora o presidenciável colar sua imagem à dele. E Moro não poderá capitalizar o apoio do MBL. Após a repercussão do episódio, o ex-juiz, orientado por conselheiros, tratou de se desvincular da postura do parlamentar ao classificar o nazismo como “abominável”.
Imagem 1 -  [COLUNA ESPLANADA] A trapalhada do deputado Kim Kataguiri ao dizer que a Alemanha não deveria ter criminalizado os partidos nazistas mina a aliança de Sergio Moro com o Movimento Brasil Livre (MBL) para as eleições de outubro. Kim personifica o Movimento e será difícil agora o presidenciável colar sua imagem à dele. E Moro não poderá capitalizar o apoio do MBL. Após a repercussão do episódio, o ex-juiz, orientado por conselheiros, tratou de se desvincular da postura do parlamentar ao classificar o nazismo como “abominável”.
[COLUNA ESPLANADA] A trapalhada do deputado Kim Kataguiri ao dizer que a Alemanha não deveria ter criminalizado os partidos nazistas mina a aliança de Sergio Moro com o Movimento Brasil Livre (MBL) para as eleições de outubro. Kim personifica o Movimento e será difícil agora o presidenciável colar sua imagem à dele. E Moro não poderá capitalizar o apoio do MBL. Após a repercussão do episódio, o ex-juiz, orientado por conselheiros, tratou de se desvincular da postura do parlamentar ao classificar o nazismo como “abominável”.
FOTO: REPRODUÇÃO

COLUNA ESPLANADA

Leandro Mazzini e Walmor Parente

Com Carolina Freitas e Sara Moreira


BRASÍLIA, QUINTA-FEIRA, 10 DE FEVEREIRO DE 2022 - Nº 3283

Aliança minada

A trapalhada do deputado Kim Kataguiri ao dizer que a Alemanha não deveria ter criminalizado os partidos nazistas mina a aliança de Sergio Moro com o Movimento Brasil Livre (MBL) para as eleições de outubro. Kim personifica o Movimento e será difícil agora o presidenciável colar sua imagem à dele. E Moro não poderá capitalizar o apoio do MBL. Após a repercussão do episódio, o ex-juiz, orientado por conselheiros, tratou de se desvincular da postura do parlamentar ao classificar o nazismo como “abominável”.

Filiação

Moro participou da filiação, em janeiro, de Kataguiri e outras lideranças do MBL ao Podemos. Dirigentes já avisaram que não querem o deputado no partido.

Cassação

O PT vai pedir a cassação de Kim no Conselho de Ética. Para o líder Reginaldo Lopes (MG), a atitude do deputado “estimula um movimento perigoso”.

Ninho tucano

O dito “desembarque” de tucanos da pré-campanha de João Doria Jr ao Palácio do Planalto é uma revoada dos que já tinham deixado o ninho – só esqueceram de abrir a janela. O governador mantém maioria do PSDB afinada a seu projeto e avança na aliança com prefeitos.

Entusiasmo

Tão logo após a oficialização do União Brasil pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da nova legenda, Luciano Bivar (PE), disparou e recebeu mensagens entusiasmadas de lideranças do MDB.

Óbice

As conversas entre os dois partidos estão avançadas para a formação de federação partidária. Há, no entanto, um óbice: quem vai encabeçar a chapa presidencial, Bivar ou Simone Tebet?

Sensatez

Há algo em comum entre o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e seu antecessor, Eduardo Pazzuello: ambos cogitavam enfrentar as urnas em outubro, mas desistiram. Queiroga segue aos trancos e barrancos e Pazzuello saiu da pasta direto para o ostracismo.

Aval

Os presidentes das comissões de Relações Exteriores da Câmara e do Senado – Aécio Neves (PSDB) e Kátia Abreu (PP-TO), respectivamente – não se contrapõem e até apoiam a viagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) à Rússia na próxima semana. Diferente de ministros e diplomatas que tentaram demover Bolsonaro da viagem.

Nas tamancas

A advogada Rosângela Wolff Moro sai do sério quando se dirigem a ela como “mulher de Moro”. Também enrubesce de ira se alguém associa a família ao governo de Jair Bolsonaro.

Danos morais

O uso de cloroquina e hidroxicloroquina na prevenção e tratamento do Covid-19 não deve mais ser considerado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Essa foi a posição defendida pelo Ministério Público no processo movido contra o CFM pela Defensoria Pública da União. A DPU requer que o Conselho seja condenado a pagar indenizações por danos morais à coletividade.

Rural

A demanda por seguro Rural mantém trajetória de alta no resultado acumulado de 11 meses. Conforme a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o volume de contratos, até novembro de 2021, somou R$ 9 bilhões: alta de 38,8% em relação a 2020.

Varejo

Em alta histórica, o varejo farmacêutico fechou 2021 com crescimento de 10,8%, segundo dados divulgados pela IQVIA. O faturamento das farmácias em 2021 foi de R$ 152,1 bilhões, frente aos R$ 137,3 bilhões registrados em 2020.

Dados

Os megavazamentos de dados no Brasil e os ataques de hackers a empresas e órgãos públicos fizeram disparar a procura pelo Seguro de Riscos Cibernéticos. Em 2021, esse seguro arrecadou R$ 105,8 milhões no Brasil, um crescimento de 158,2% em relação ao ano anterior. Os dados são da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

ESPLANADEIRA

# Construtora Paulo Octavio lança no domingo (13), às 11h, pedra fundamental do Manhattan Mall em Águas Claras (DF). # Participação da Americanas no BBB rende aumento de 50% em visitas no site. # Estão abertas, até dia 13, inscrições para Programa de Voluntariado da Fundação Estudar. # Com crescimento de 52%, Dedalus amplia atuação na América Latina. # Infra Leaders acontece em maio. # Ex-deputado Hélio Rosas morreu na terça, aos 92 anos, em São Paulo.

Notas

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