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MUNDO
25/03/2022 09:31
Atualizado
25/03/2022 11:21

Força-tarefa entre EUA e União Europeia visa afastar a Europa da dependência do petróleo e gás russos

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O acordo de cooperação foi anunciado nesta sexta-feira (25) pelo presidente Joe Biden, e pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. O painel, presidido por representantes da Casa Branca e da Comissão Europeia, terá como objetivo encontrar alternativas de fornecimento de gás natural liquefeito e reduzir a demanda geral por este combustível.
Imagem 1 -  Força-tarefa entre EUA e União Europeia visa afastar a Europa da dependência do petróleo e gás russos. O acordo de cooperação foi anunciado nesta sexta-feira (25) pelo presidente Joe Biden, e pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. O painel, presidido por representantes da Casa Branca e da Comissão Europeia, terá como objetivo encontrar alternativas de fornecimento de gás natural liquefeito e reduzir a demanda geral por este combustível.
Força-tarefa entre EUA e União Europeia visa afastar a Europa da dependência do petróleo e gás russos. O acordo de cooperação foi anunciado nesta sexta-feira (25) pelo presidente Joe Biden, e pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. O painel, presidido por representantes da Casa Branca e da Comissão Europeia, terá como objetivo encontrar alternativas de fornecimento de gás natural liquefeito e reduzir a demanda geral por este combustível.
FOTO: EVELYN HOCKSTEIN/REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciaram nesta sexta-feira (25) uma força-tarefa em um esforço para afastar a Europa de sua dependência do petróleo e gás russos.

O painel, presidido por representantes da Casa Branca e da Comissão Europeia, terá como objetivo encontrar alternativas de fornecimento de gás natural liquefeito e reduzir a demanda geral por este combustível.

Os Estados Unidos trabalharão para fornecer à Europa pelo menos 15 bilhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito em 2022, em parceria com outras nações, informou a Casa Branca.

Também nesta sexta, a inteligência do Ministério da Defesa do Reino Unido informou que as forças ucranianas retomaram cidades e posições defensivas ao redor da parte leste de Kiev, capital da Ucrânia.

“Os contra-ataques ucranianos e as forças russas recuando em linhas de suprimento sobrecarregadas permitiram à Ucrânia reocupar cidades e posições defensivas até 35 quilômetros a leste de Kiev”, disse o ministério.

“As forças ucranianas provavelmente continuarão tentando empurrar as forças russas de volta ao longo do eixo noroeste de Kiev em direção ao aeródromo de Hostomel”.

BIDEN DIZ QUE EUA RESPONDERÃO SE RÚSSIA USAR ARMAS QUÍMICAS

Após se reunir com líderes da Otan, do Conselho Europeu e do G7 em uma tentativa de alinhar respostas à invasão russa da Ucrânia, o presidente americano Joe Biden afirmou, nesta quinta-feira (24), que os Estados Unidos irão responder caso a Rússia use armas químicas em território ucraniano.

“Nós responderíamos se ele usasse. A natureza da resposta dependeria da natureza do uso”, disse Biden durante entrevista coletiva no quartel-general da Otan, em Bruxelas, na Bélgica.

“Deflagraria uma resposta à altura. Caso a Rússia dê esse passo, nós tomaremos essa decisão”, completou.

O presidente americano também disse que acredita que a Rússia deve ser removida do G20, e que cabe à Ucrânia decidir se é necessário ceder parte de seu território para alcançar um cessar-fogo.

“Minha resposta é sim”, disse Biden durante uma entrevista coletiva quando perguntado se a Rússia deveria ser removida do grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo.

“Depende do G20. Isso foi levantado hoje, e eu levantei a possibilidade de que, se isso não puder ser feito – se a Indonésia e outros não concordarem – então deveríamos, na minha opinião, pedir que a Ucrânia pudesse participar das reuniões, sendo capaz de participar e observar.”

O presidente ainda afirmou que os EUA estão comprometidos em fornecer mais de US$ 1 bilhão em ajuda humanitária para a Ucrânia para atender os milhões de ucranianos afetados pela guerra.

“A Otan nunca, nunca esteve mais unida do que hoje. Putin está recebendo exatamente o oposto do que pretendia como consequência de entrar na Ucrânia”, disse.

Ao falar sobre a China, Biden pontuou que o país asiático está ciente das consequências de um possível apoio à invasão russa. “Acho que a China entende que seu futuro econômico está muito mais ligado ao Ocidente do que à Rússia”, afirmou.

Também nesta quinta, data em que a guerra completou um mês, a Assembleia-Geral da ONU aprovou uma resolução que responsabiliza a Rússia pela crise humanitária na Ucrânia – o texto prevê ainda o envio de ajuda humanitária ao país.


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